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Ricardo Cyrino é o novo secretário de Energia Elétrica

22 Jan 2019
Com mais de 30 anos de experiência no setor elétrico, Ricardo Cyrino teve sua nomeação como novo secretário de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia (MME) publicada hoje (22) no Diário Oficial da União (DOU).

Cyrino tem formação em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Itajubá, com MBA em Energia pela Escola Politécnica (POLI) da Universidade de São Paulo (USP) e em programas de liderança executiva pela University of Virginia e pela Georgetown University, ambos nos Estados Unidos.

A experiência do executivo foi desenvolvida em empresas como Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL), Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) e AES Brasil (Eletropaulo, Sul, Tietê e Uruguaiana) em áreas de gestão comercial, desenvolvimento de negócios, relações institucionais, assuntos regulatórios para distribuição, geração e comercialização.

Secretaria de Energia Elétrica

A missão institucional da Secretaria de Energia Elétrica é coordenar, orientar e controlar as ações do Ministério de Minas e Energia relacionadas às políticas do setor de energia elétrica, de forma a garantir o suprimento a todos os consumidores do território nacional, com desempenho adequado da operação do sistema elétrico, sob os requisitos de qualidade, continuidade e segurança operacional, e tarifas justas para a sociedade e para o estímulo aos investimentos, observando premissas de sustentabilidade socioambiental, de inclusão social e de integração energética nacional e com os países vizinhos.


Fonte: Assessoria de Comunicação Social
Ministério de Minas e Energia

Crédito da foto: AES Tietê

Muro do Caso ET vai virar tela de cinema e de jogos

19 Jan 2019
O próximo domingo, dia 20 de janeiro, o Caso ET de Varginha completa 23 anos. Com o intuito de celebrar a data de forma educativa e inusitada, o festival de cidadania Virada Varginha vai transformar o muro do terreno onde teria acontecido a aparição, em uma tela de cinema e para um game virtual sobre o extraterrestre.

O evento, com entrada gratuita e para todas as idades, foi planejado para agregar atrações ao lançamento oficial do filme sobre a edição de 2018 da Virada Varginha, uma vez que a astronomia e a ufologia sempre foram destaques entre as atividades do festival. “Não entramos na esfera da crença do varginhense sobre a veracidade do caso. Temos ciência do misto entre ceticismo e vergonha que envolve o tema, porém é impossível apagar o vínculo entre o ET e a história de Varginha. Nos resta então, utilizá-lo a nosso favor como um instrumento de educação, cidadania e cultura”, explica Diego Gazola, um dos mobilizadores da Virada Varginha.

No início da noite, às 18h45, ciclistas, corredores e caminhantes se concentrarão embaixo da Nave do ET, no centro da cidade, e seguirão rumo ao Muro do Caso. O trajeto escolhido para este passeio terá cerca de quatro quilômetros e será mais uma oportunidade para conhecer e descobrir o potencial da linha férrea como uma via para deslocamentos não motorizados.

Para os que optarem por chegar ao local mais tarde e de forma independente, a partir das 20h será acionada a iluminação cênica, a tela de cinema e a de jogos. O evento será animado pelo DJ Val d’Lucca e no decorrer da programação será fomentada uma roda de debate sobre o Caso ET de Varginha. Durante as atrações será distribuída pipoca para o público.

Programação Completa

Documentário Caso Varginha Minuto a Minuto do Canal João Marcelo; trailer do desenho animado Bugigangue no Espaço, que conta com a participação do ET de Varginha; reportagens históricas de TV sobre o Caso; trecho do filme E.T. O Extraterrestre; e o lançamento do filme sobre a Virada Varginha 2018. Em paralelo, haverá outra tela projetada no muro para se jogar o game virtual ET Adventure 3D.

O terreno, desconhecido pela maioria dos varginhenses, está localizado na rua Benevenuto Braz Vieira, 30, no bairro Jardim Andere, entre as ruas Silvianópolis e Belo Horizonte, a menos de 600 metros do bar Pinga com Torresmo.

Sobre a Virada Varginha 2018

Planejada para mobilizar a população em torno de causas de interesse coletivo, entre os dias 16 e 18 de agosto a Virada Varginha fomentou o debate sobre um novo uso como via não motorizada para a antiga linha férrea. O festival atraiu a sociedade para, literalmente, andar na linha por meio de dezenas de atrações culturais, esportivas e artísticas ao longo dos cerca de 9 quilômetros, entre a Vila Paiva e as margens do rio Verde no bairro Damasco. O trecho urbano da via foi usado durante anos para o transporte de pessoas e cargas e, desde que foi desativada como ferrovia, a região sofre um continuado processo de deterioração.

A Virada Varginha é um festival de cidadania que estimula o uso dos espaços públicos por meio de ações divertidas e, ao mesmo tempo, educativas. O evento, sem fins lucrativos, é mobilizado pela Muda de Ideia e Sakey Comunicação, alinhado com o Fórum Varginha 2050. Em 2018 contou com a parceria estratégica do Sebrae, e com a viabilização pela Pedreira Santo Antônio e Grupo Unis. Recebeu ainda apoio do Moinho Sul Mineiro, da Associação Feminina de Assistência Social (AFAS-Varginha) e da RN.

Mais informações no site www.viradavarginha.com.br e nas mídias sociais Facebook e Instagram.

Fonte: Eliana Sonja - Sakey Comunicação

Detento transforma bicicletas em cadeiras de rodas para doação em MG

17 Jan 2019
Criado em 2014 em Itajubá, projeto já reformou e construiu 200 cadeiras com bicicletas apreendidas em operações das polícias Civil e Militar.

´Faço com muito orgulho´, afirma Donizeti Ribeiro da Silva. Aos 50 anos, o detento do presídio de Itajubá (MG) é o principal responsável por transformar bicicletas apreendidas em operações de furto e tráfico de drogas em cadeiras de rodas, que são doadas para quem não pode comprá-las.
A ideia do projeto surgiu em 2014, quando a direção do presídio recebeu um pedido da ONG Caravelas para ajudar pessoas com deficiência no município. Embora a carta não dissesse nada especificamente sobre as cadeiras de rodas, o diretor do programa de ressocialização e Donizeti conversaram e iniciaram a ação. De lá para cá, foram mais de 200 cadeiras reformadas e feitas do zero.
"Tem eu e um ajudante, se precisar de mais alguém a gente arruma. A cada três bicicletas, mais ou menos, dá para fazer uma cadeira. Em um dia , a gente faz. Ela praticamente inteira é feita aqui. Montagem, pintura, tudo", conta Donizeti.
O resultado do trabalho é passado adiante para quem precisa. Até agora, as cadeiras construídas por eles já foram levadas para asilos e hospitais de Itajubá, além de terem sido enviadas para outras cidades do estado como Juiz de Fora e Belo Horizonte e até para a penitenciária Nelson Hungria, em Contagem.
"É gratificante, porque só de ver que uma pessoa está precisando. Uma cadeira de rodas simples custa na média de R$ 3 mil. A gente consegue pegar, restaurar e levar mão de obra para eles praticamente de graça. Para a gente é gratificante e para eles também acredito que serve muito", diz.