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ACIEI ANUNCIA HOMENAGEADO PARA RECEBER A MEDALHA DIDI PEREIRA 2019

22 Mar 2019
A Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Itajubá – ACIEI comemora no dia 30 de abril seus 94 anos de existência. Para marcar a ocasião, a entidade irá homenagear uma personalidade com a Medalha Didi Pereira, um reconhecimento a quem, de alguma maneira, se destacou na comunidade itajubense.

Neste ano, o agraciado será o evangelista da Expedito Gomes, da Primeira Igreja Presbiteriana de Itajubá, que desenvolve um trabalho de Capelania Evangélica e dedica parte de sua vida a ajudar o próximo.

Através da Medalha Didi Pereira, a ACIEI já homenageou mais de 80 personalidades que desenvolveram em Itajubá trabalhos de relevância para toda a comunidade. A escolha dos homenageados é feita pela diretoria e conselhos da Associação Comercial, com base em critérios pré-estabelecidos.

Brasileiro fatura com aluguel nos EUA

21 Mar 2019
Quando desembarcou em Boston, nos Estados Unidos, Carlos Vaz mal podia pagar pelo único lugar que encontrou para morar: o sótão de uma casa onde viviam outros brasileiros, que ele só conheceu ao chegar à cidade. "Eu tinha US$ 300 no bolso e o aluguel custava US$ 350", conta. Agora, 18 anos depois, Vaz continua a procurar casas - mas para os outros.

Mineiro de Itajubá, Vaz é o oitavo entre nove irmãos e irmãs e o primeiro da família a concluir o segundo grau. O desejo de deixar o Brasil veio depois de ele ingressar no curso de direito da Universidade Federal de Viçosa (MG). Em dois anos, conta, duas greves interromperam as aulas por meses. A princípio, seu destino era a Alemanha, mas a oferta de um estágio o fez decidir pelos EUA.


Saiba mais. Acesse o link abaixo
https://www.valor.com.br/empresas/6172303/brasileiro-fatura-com-aluguel-nos-eua

Esquadrilha da Fumaça é uma das atrações das festividades dos 200 anos de Itajubá

20 Mar 2019
Publicado por SECOM em: 11/03/2019



Uma das atrações mais esperadas das comemorações dos 200 anos de Itajubá, a Esquadrilha da Fumaça, fará uma grande demostração para o público, no dia 16 de março, próximo sábado, às 15 horas. O público poderá assistir a apresentação do estacionamento do Teatro Municipal Christiane Riêra e do Parque da Cidade, além do entorno do Centro Administrativo Municipal.

A Prefeitura de Itajubá convida e conta com a presença de toda a população para prestigiar a Esquadrilha da Fumaça! Para que o público possa acompanhar e ouvir melhor as informações sobre as acrobacias, a dica é ficar próximo ao estacionamento do Parque da Cidade, ao lado do lago, atrás do Teatro Municipal Christiane Riera.

Show de manobras

A Esquadrilha da Fumaça nasceu da iniciativa de jovens instrutores de voo da antiga Escola de Aeronáutica, sediada na cidade do Rio de Janeiro. Em suas horas de folga, os pilotos treinavam acrobacias em grupo, com o intuito de incentivar os cadetes a confiarem em suas aptidões e na segurança das aeronaves utilizadas na instrução, motivando-os para a pilotagem militar. Com as aeronaves North American T-6, eram executadas manobras de precisão como Loopings e Tounneaux com duas aeronaves. Posteriormente, após os comentários em terra, onde discutiam todos os detalhes, os aviadores passaram a voar com três aeronaves e, finalmente, com quatro.

Em 14 de maio de 1952, foi realizada a primeira demonstração oficial do grupo. Após algumas apresentações, percebeu-se a necessidade de proporcionar ao público uma melhor visualização das manobras executadas. Com isso, em 1953, acrescentou-se aos T-6 um tanque de óleo exclusivo para a produção de fumaça. Foi assim que os Cadetes e o público, carinhosamente, batizaram a equipe de Esquadrilha da Fumaça. A primeira escrita foi a sigla FAB, nos céus da praia de Copacabana.

Para saber mais, acesse o site ESQUADRILHA DA FUMAÇA




Itajubá 200 anos: como a ideia de um padre mudou a história da cidade do Sul de MG

20 Mar 2019
O padre Lourenço da Costa Moreira é um dos principais personagens da cidade, que comemora o bicentenário nesta terça-feira (19).
Por Fernanda Rodrigues — Itajubá, MG


Na sede da Academia Itajubense de História, os livros, jornais e fotografias contam os detalhes da cidade que nasceu após a iniciativa de um padre que decidiu mudar tudo de lugar. São registros que começam em 19 de março de 1819, na celebração da primeira missa. Exatamente há 200 anos, celebrados no aniversário de Itajubá (MG) nesta terça-feira (19).

Foi logo nos primeiros meses como novo vigário do povoado, que o padre Lourenço da Costa Moreira trouxe as ideias que marcariam os primeiros detalhes da história da cidade. Da mudança da capela, até a "briga" pela imagem de Nossa Senhora da Soledade, o padre foi colocado como o principal personagem da história.

“A fundação de Itajubá se deve a ele”, conta o presidente da Academia Itajubense de História, João Otero Diniz, conhecido na cidade como Coronel Diniz.

A nova Itajubá
A antiga Itajubá ficava na região que hoje faz parte do município de Delfim Moreira (MG). A paróquia principal, no alto do morro, era o ponto de encontro dos moradores da pequena Freguesia de Nossa Senhora da Soledade de Itajubá.

O novo vigário, que havia assumido a função há dois meses, fez o convite durante uma missa. “O padre Lourenço chegou e entendeu que lá não era o local ideal para a construção da cidade. O povoado já existia há bastante tempo, mas tinha pouco desenvolvimento. Foi quando ele convocou, do alto da igreja, uma turma de fiéis para que seguissem para fixar Itajubá em outro local”, explica João Diniz.

Os moradores sofriam com a exploração mal sucedida de pedras preciosas, um mercado que ao longo do tempo espantou garimpeiros. Com base agrícola, em plantações de fumo, o desenvolvimento não chegou e era preciso achar um novo espaço.

Sob guia do padre Lourenço, partiram em uma romaria à pé até as margens do Rio Sapucaí. Em pequenas jangadas, seguiram correnteza abaixo.

“Em um determinado momento, o padre desceu do barco, subiu o morro Ibitira e avistou um terreno favorável para o desenvolvimento da cidade. Ele fincou o pé: ‘Nós vamos fundar a cidade aqui’”.


Na pequena capela de taipa, feita após a missa do dia 19 de março de 1819, foi colocada a imagem de São José, o santo daquele dia. Mas os fiéis do padre Lourenço queriam de volta aquela imagem de Nossa Senhora da Soledade, deixada para trás na “mudança” de cidade.

“Alguns anos depois, em 1831, resolveram ir buscar a santa, em uma romaria, comenta o presidente da academia, João Diniz.
O resgate da santa virou briga. Os delfinenses não deixaram. Acharam um absurdo eles irem buscar, tirar de lá a santa. Eles eram contra o padre Lourenço. Deu-se até uma briga no local que hoje é conhecido como a Rua do Encontro, quase nas beiradas de Delfim Moreira. Foi onde houve uma pequena batalha pela santa”.

Voltaram de mãos vazias – a imagem de Nossa Senhora da Soledade nunca foi para Itajubá. “Isso causou uma indignação muito grande para o padre, que mandou fazer uma réplica da imagem. Ele confirmou o apoio das autoridades da igreja e assim a capela velha, da chamada ‘Itajubá’ velha, em Delfim Moreira, foi tornada nula. E foi confirmada a capela nova em Itajubá, com a imagem de Nossa Senhora da Soledade”.


Ao longo da história
Não foi só a influência religiosa que ganhou destaque nos escritos históricos da cidade. Muitos relatos foram feitos pelo historiador José Armelim Bernardo Guimarães.

Uma figura fabulosa, uma pessoa que deixou um acervo de história fantástico. Foi um batalhador pela história, destaca o coronel Diniz.
Nos registros da cidade, relatados pelo professor Armelim, aparecem outras influências importantes no desenvolvimento de Itajubá. Além do padre Lourenço, o presidente Venceslau Brás é lembrado.

Natural de Brazópolis, que antes pertencia à Itajubá, o presidente foi responsável por melhorias na cidade. Devemos muito a arrancada de Itajubá a ele. Foi uma figurava expressiva, um orgulho daqui. Venceslau Brás foi presidente entre os anos de 1914 e 1918.

Anos mais tarde, a cidade conseguiu diversificar a economia, até então baseada na agricultura. Muito pela participação de outro nome importante – Theodomiro Carneiro Santiago. Hoje com o nome da praça central da cidade, Theodomiro foi responsável por começar o Instituto Eletrotécnico e Mecânico.

`A escola de engenharia deu uma explosão grande na cidade depois da sua criação, em 1913`. O instituto foi a base para o início da Universidade Federal de Itajubá (Unifei).

Já na segunda metade do século, a chegada de imigrantes italianos estimularam outros setores. “Houve uma diversificação na agricultura. A mão de obra italiana impulsionou o desenvolvimento industrial e comercial. Depois vieram outros povos, como os libaneses e japoneses”.

Hoje, aos 200 anos, Itajubá traz como base a força da economia apoiada ao ensino universitário e empresas com renome nacional, como a sede da Indústria de Material Bélico do Brasil (Imbel) e a fabricante de helicópteros Helibrás.

Foto: Luciano Lopes

Morre a atriz Maria Isabel de Lizandra, que atuou em "Vale Tudo"

16 Mar 2019
Atriz que atuou com mais intensidade entre as décadas de 1970 e 1980, Maria Isabel de Lizandra morreu nesta quinta-feira (14), aos 72 anos, no Hospital das Clínicas de São Paulo, depois de ser internada com pneumonia. De acordo com o site G1, a morte foi confirmada pela família.

Maria Isabel costumava ser coadjuvante em novelas de peso, como Vale Tudo (1988), da Globo, em que interpretou Marisa, amiga da personagem Raquel, papel de Regina Duarte. Sua estreia, porém, ocorreu na TV Tupi, em 1964, com a Se o Mar Contasse — o que faz dela uma das primeiras a atuar em novelas no Brasil. Dez anos depois, seria protagonista da novela O Machão (1974), uma adaptação do clássico A Megera Domada, de William Shakespeare. No folhetim, Maria Isabel era a briguenta e impetuosa Catarina, e fazia par com Antônio Fagundes, o grosseiro Petruchio.

Na Globo, Maria Isabel também atuou na minissérie Moinhos de Vento (1983), na novela Champagne (1983), na minissérie Tenda dos Milagres (1985) e na novela Tieta (1989). Sua última participação foi em Labirinto (1998). Também atuou na pornochanchada As Mulheres Sempre Querem Mais (1974) e em uma trama erótica com toques satânicos, Belas e Corrompidas (1977), do diretor Fauzi Mansur, em que ela interpreta uma serial killer sensual.