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Reitor e professores da Unifei participam de comitiva do Sebrae – MG em visita aos Estados Unidos

13 Dez 2017
O reitor da Universidade Federal de Itajubá (Unifei), professor Dagoberto Alves de Almeida, esteve em viagem aos Estados Unidos no início de dezembro. Ele integrou uma missão internacional a São Francisco, na Califórnia, a convite do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Minas Gerais (Sebrae MG).
Pela Unifei, também participaram da visita os professores do Instituto de Engenharia de Produção e Gestão (IEPG) Edson de Oliveira Pamplona, pró-reitor de Extensão, e Juliana Caminha Noronha, diretora de Empreendedorismo e Inovação.
De acordo com o documento emitido pelo Sebrae - MG, o objetivo da missão foi o aprendizado sobre novos modelos de associações, parques e centros tecnológicos com foco em: negócio e desenvolvimento de produtos e processos de tecnologia com ciência e inovação, oportunidade de mercado, tendência de inovação e processos produtivos mais eficientes, além de estratégias de alianças internacionais por meio de trocas de experiência entre entidades de fomento a inovação e instituições de referência que participam da cadeia de valor da ciência, tecnologia e inovação.
Já no primeiro dia da viagem, a comitiva foi recebida, no Consulado Brasileiro em São Francisco, pelo embaixador Pedro Henrique Lopes Borio, e visitou o escritório da Associação Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex) na cidade.
A programação da viagem incluiu uma visita à Amazon Web Services, à San José State University, à Davidson College of Engineering e ao Read Write Labs. Os visitantes também conheceram a Santa Clara University, estiveram na empresa Siva Power e passaram pela sede social da Hitachi Vantara.
A comitiva participou ainda de uma visita à prefeitura de Palo Alto e pôde conhecer o Airbus Voom Project. No último dia, foram visitados o escritório do Linkedin e o Outsource Brazil.
Segundo o reitor da Unifei, “a viagem não podia ser mais produtiva, na medida em que possibilitou que iniciássemos tratativas para que a Unifei possua significativas parcerias com duas universidades do Vale do Silício, a San José State University e a Santa Clara University”. Em ambas as instituições, o reitor e a comitiva foram recebidos pelos reitores e seus respectivos staffs.
A missão internacional contou com a organização e o apoio do Sebrae - MG e, além dos representantes da Unifei, fizeram parte da comitiva o prefeito municipal de Itajubá, Rodrigo Imar Martinez Riera, o vice-prefeito, Christian Gonçalves Tiburzio e Silva; o secretário municipal de Ciência, Tecnologia, Indústria e Comércio, José Fernando Grassi Bissacot; o presidente da Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Itajubá (Aciei), Carlos Domingues Alves; o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Itajubá, Georges Kallás; o presidente da Regional Sul da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) e do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Itajubá (Simmmei), André Luiz Martins Gesualdi; o gerente da Incubadora de Empresa de Base Tecnológica de Itajubá (Incit), Maurício de Pinho Bitencourt, e a gerente do Sebrae Microrregião Itajubá, Elaine de Fátima Rezende.

Fonte: Secom - Unifei

CERPCH da Unifei realiza diversos eventos no Brasil e no exterior

11 Dez 2017
O professor Geraldo Lúcio Tiago Filho, do IRN da Unifei, foi um dos palestrantes da terceira edição do Latin American Hydropower & Systems Meeting.


O Centro Nacional de Referência em Pequenas Centrais Hidrelétricas (CERPCH) da Universidade Federal de Itajubá (Unifei) promoveu, entre junho e setembro deste ano, alguns eventos em nível nacional e internacional.
Evento na área de máquinas hidráulicas e sistemas
O CERPCH promoveu a terceira edição do Latin American Hydropower & Systems Meeting, por meio do Grupo Latino Americano de Máquinas Hidráulicas e Sistemas da International Association for Hydro-Environment Engineering and Research (IAHR).
O evento aconteceu no auditório da Faculdade de Engenharia Mecânica da Escuela Politécnica Nacional, em Quito, Equador, e teve como objetivo promover o intercâmbio de conhecimento e experiências com alunos de graduação, pós-graduação, docentes, pesquisadores e profissionais de países da América Latina que atuam na área de máquinas hidráulicas e sistemas.
Cerca de 100 participantes puderam assistir as palestras ministradas pelos professores Geraldo Lúcio Tiago Filho, do Instituto de Recursos Naturais (IRN) da Unifei; Mohamed Farhat, da École Polytechnique Fédérale de Lausanne (EPFL), na Suíça, e Luo Xianwu, da Tsinghua University, na China, e também conhecer os trabalhos selecionados pelo comitê científico do evento.
XI Conferência de Pequenas Centrais Hidrelétricas
O CERPCH da Unifei promoveu também, em parceria com a Associação de Geração de Energia Limpa (Abragel), a XI Conferência de Pequenas Centrais Hidrelétricas no auditório do Hotel Golden Tulip Paulista Plaza, na cidade de São Paulo.
Nesta edição, o evento, de alcance nacional, teve como objetivo discutir os principais aspectos referentes às pequenas centrais hidrelétricas, abordando aspectos legais e institucionais, tecnologia aplicável, meio ambiente e análises econômicas.
A conferência reuniu cerca de 250 agentes do setor, em um ambiente rico em informações e oportunidades de negócios. O público foi composto principalmente por investidores, técnicos, agentes de mercado e provedores de soluções e tecnologias, que utilizaram o ambiente para prospectar oportunidades e desenvolver contatos.
Dentre os participantes, estiveram alunos, pesquisadores e professores da Unifei, campus de Itajubá, da Universidade Federal do ABC (UFABC); da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
12° Semear
Na Semana Mundial do Meio Ambiente, pelo 12° ano consecutivo, o CERPCH da Unifei promoveu, em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente da Prefeitura Municipal de Itajubá, o Seminário de Meio Ambiente e Energias Renováveis (Semear), no auditório do Centro de Excelência em Eficiência Energética (Excen) da Unifei.
Nesta edição, o evento teve alcance regional, visando contribuir para discussão, integração e intercâmbio entre alunos de graduação, pós-graduação, docentes, consultores, engenheiros e outros profissionais que atuam na área ambiental.
O 12º Semear contou com a participação de alunos, pesquisadores e professores das unidades da Unifei de Itajubá e Itabira, da Escola de Enfermagem Wenceslau Braz (EEWB), da Fundação de Ensino e Pesquisa de Itajubá (Fepi), do Instituto Federal do Sul de Minas, da UFABC e da Universidade Federal de Alfenas (Unifal) e da Universidade do Sagrado Coração (USC), de Bauru - SP.
Para sua realização, o Seminário teve o patrocínio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) e da empresa Neurotec e o apoio do Centro Acadêmico de Engenharia Hídrica (Caehd) e da Geia Jr., Empresa de Consultoria e Serviços Ambientais.
Realizado anualmente, o Semear tem como objetivo valorizar os mestrados em Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Memarh) e em Engenharia de Energia, a Especialização em Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Cemarh) e os cursos de Biologia e Engenharias Ambiental, Hídrica e de Energia da Unifei.
Dentre os palestrantes convidados destacaram-se os representantes do Grupo Dispersores, que falaram sobre Proteção e Recuperação de Nascentes, e o da Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Itajubá, que falou sobre Manejo Integrado de Bacia Hidrográfica.

Fonte: SECOM - UNIFEI

Unifei é a quinta universidade mineira mais bem colocada no Índice Geral de Cursos do MEC

06 Dez 2017
A Universidade Federal de Itajubá (Unifei) está entre as instituições de ensino superior (IES) brasileiras que ficaram na faixa 4 do Índice Geral de Cursos (IGC) no ciclo da avaliação 2016 do Ministério da Educação (MEC) e continua sendo considerada de excelente qualidade. Para ser considerada excelente uma IES deve atingir as faixas 4 ou 5 no IGC, que vai de 1 a 5. Aquelas que atingem a faixa mínima 3 são consideradas insatisfatórias para os padrões do MEC e podem ser descredenciadas.
O ranking das IES brasileiras inclui Centros Federais de Educação Tecnológica (Cefet’s), centros universitários, faculdades, universidades e Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia (Ifet’s). A lista das IES que estão nessa faixa foi atualizada em 27 de novembro e publicada no site do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Ela leva em conta o IGC, indicador oficial de qualidade do ensino superior no país.
O IGC compila vários parâmetros de avaliação da qualidade dos cursos de graduação e pós-graduação. Quanto aos cursos de graduação, levam-se em conta a qualificação do corpo docente, as condições de infraestrutura e as notas dos alunos no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), entre outros. Com relação aos de pós-graduação, o índice considera os conceitos atribuídos aos programas pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).
O ciclo considerado englobou os anos de 2014 a 2016 e foram avaliadas 2.132 IES. Neste triênio, a Unifei contava com 22 cursos com Conceitos Preliminares de Cursos (CPCs). Seu IGC Contínuo foi de 3,6348, o que a colocou na 23ª posição entre 230 universidades e institutos federais em nível nacional. Entre estas instituições, considerando-se apenas as do Estado de Minas Gerais, a Unifei está na 5ª posição.
As IES mineiras que obtiveram o IGC 5 foram as universidades federais de Minas Gerais (UFMG), de Lavras (Ufla) e de Viçosa (UFV), com IGC Contínuo, respectivamente, de 4,2268, 4,0007 e 3,9989. Acima da Unifei figura a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), que também obteve o IGC 4 e o IGC Contínuo de 3,6856.
Algumas IES brasileiras da lista completa aparecem sem conceito ou com a informação de descredenciamento. Outras são classificadas como sub-júdice. A Universidade de São Paulo (USP), por exemplo, que encabeça diversos rankings de universidades brasileiras, não está na lista divulgada porque não participa do Enade, utilizado para a avaliação do MEC.
O ranking das melhores IES do Brasil no ciclo de avaliação 2016 do MEC pode ser conferido no site do Inep: http://portal.inep.gov.br/web/guest/indice-geral-de-cursos-igc-
Sobre o IGC
De acordo o portal do Inep, o cálculo do IGC é realizado anualmente e considera a média dos Conceitos Preliminares de Cursos (CPCs) do último triênio, relativos aos cursos avaliados da instituição, ponderada pelo número de matrículas em cada um dos cursos computados.
Nesse índice considera-se também a média dos conceitos de avaliação dos programas de pós-graduação stricto sensu atribuídos pela Capes na última avaliação trienal disponível, convertida para escala compatível e ponderada pelo número de matrículas em cada um dos programas de pós-graduação correspondentes.
E, finalmente, é considerada a distribuição dos estudantes entre os diferentes níveis de ensino, graduação ou pós-graduação stricto sensu, excluindo as informações constantes no parágrafo anterior para as instituições que não oferecerem pós-graduação stricto sensu.
O IGC contempla o CPC dos cursos avaliados no ano do cálculo e os CPCs dos dois anos anteriores, ou seja, sua divulgação refere-se sempre a um triênio, compreendendo todas as áreas previstas no Ciclo Avaliativo do Enade, que compreende a avaliação periódica dos cursos de graduação, com referência nos resultados trienais de desempenho de estudantes. Esses dados servem de subsídio, respectivamente, para os atos de recredenciamento de cada IES e para nortear políticas de expansão e financiamento da Educação Superior.
As áreas e eixos tecnológicos de cada ano do ciclo são os seguintes:

Áreas - Bacharelados e Licenciaturas
Ano I - Saúde, Ciências Agrárias e áreas afins (2016);
Ano II - Ciências Exatas, Licenciaturas e áreas afins (2017);
Ano III - Ciências Sociais Aplicadas, Ciências Humanas e áreas afins (2018).

Eixos Tecnológicos
Ano I - Ambiente e Saúde, Produção Alimentícia, Recursos Naturais, Militar e Segurança (2016);
Ano II - Controle e Processos Industriais, Informação e Comunicação, Infraestrutura, Produção Industrial (2017);
Ano III - Gestão e Negócios, Apoio Escolar, Hospitalidade e Lazer, Produção Cultural e Design (2018).
Para entender detalhadamente a metodologia de cálculo do IGC, deve-se consultar a Nota Técnica referente ao ano desejado, no portal do Inep: http://portal.inep.gov.br/web/guest/documentos-e-legislacao12.

Fonte: Secom - Unifei

Sinapse Labs - Oficializada parceria inédita entre empresa de tecnologia e Universidade Federal de Itajubá

04 Dez 2017
DDMX: Acelerar crescimento, promover e absorver tecnologia

Por Jornalistas: Elizângela Melo / Juliana Campos

Acadêmicos, docentes, gestores e empresários se reuniram na tarde de terça-feira, 28 de novembro, para o lançamento oficial do Grupo de Pesquisas Sinapse DDMX Labs, uma parceria inédita entre a empresa DDMX e a Universidade Federal de Itajubá – Unifei. O evento aconteceu na sala Sinapse, na sede da Instituição.
O Diretor executivo da DDMX, Rafael Perez Pagan, abriu o evento explicando o funcionamento da cooperação. “Nós somos todos frutos da Unifei, por isso resolvemos procurar a Universidade e oferecer incentivo à pesquisa de seus alunos. Acreditamos que esse apoio faça toda a diferença dentro do ambiente acadêmico, por isso, nossa intenção é que o fomento à pesquisa e ao desenvolvimento seja contínuo, cresça, se amplie”, explanou.
No grupo, os estudantes terão a possibilidade de fazer pesquisas de acordo com seu tema de afinidade. Inclusive, muitos deles, unem o útil ao agradável: aprofundam seus trabalhos de iniciação científica, conclusão de curso, mestrado e doutorado. Além da ajuda de custo (bolsa de estudos), os universitários contam com toda a infraestrutura para atuar no desenvolvimento das novas tecnologias.
“O grupo vai explorar novas alternativas para os problemas diagnosticados pela empresa. Marcamos reuniões periódicas em que criamos um ambiente de discussão, sempre com a participação de alunos que têm afinidade com a área. Cada um tem uma ideia, ela é apresentada, debatida e, assim, é sugerida uma solução”, falou o coordenador do Sinapse, professor Bruno Tardiole. “Vale destacar que os alunos irão trabalhar com problemas reais dos nossos clientes, oferecendo soluções inovadoras para problemas decorrentes. Isso é uma via de mão dupla: todos ganham", completou o diretor de Tecnologia de Informação da DDMX, Fábio Preti.
Para o diretor do Instituto de Engenharia de Sistemas e Tecnologia da Informação da Unifei, professor Luiz Lenarth Gabriel Vermaas, o valor dessa parceria vai muito além do investimento financeiro. “Os pesquisadores precisam publicar, participar de eventos. Geralmente, eles têm que correr atrás de recursos. Essa parceria permite, inclusive, que os resultados dos projetos sejam publicados em congressos, em revistas internacionais, sejam compartilhados com a comunidade acadêmica e científica”, salientou.
De acordo com o reitor da Unifei, professor Dagoberto Alves de Almeida, a iniciativa da empresa em impulsionar as pesquisas é pioneira dentro da Universidade. Para ele, a DDMX representa o Brasil que deu certo em meio à crise atual. “É uma alegria ver que nossos ex-alunos, hoje empresários, regressarem para participar, agregar valor e se relacionar de forma mais intensa com a Unifei. Esse tipo de relacionamento, que é tão comum no exterior, precisa acontecer de maneira mais enfática aqui no Brasil. Espero que essa iniciativa da DDMX sirva de exemplo para outras empresas retornarem à Itajubá nesse ambiente tão saudável, propício à criatividade e ao desenvolvimento da Ciência e Tecnologia”, concluiu.

Case de sucesso
O ciclo de desenvolvimento da DDMX é um modelo clássico americano no qual os egressos de universidades tecnológicas montem seus negócios ao entorno dessas instituições. Após seu fortalecimento, voltam como empresários bem estabelecidos e geram retorno para a universidade.
De acordo com o gerente da Incubadora de Empresas de Base Tecnológica de Itajubá – Incit e diretor da Associação Itajubense para Inovação e Empreendedorismo, Maurício de Pinho Bitencourt, a iniciativa da DDMX é um caso inédito em Itajubá e um dos poucos que acontecem no país. “Estamos recebendo uma série de boas notícias de Itajubá no sentido de que nosso ambiente, chamado de ecossistema de empreendorismo e inovação, está sendo referência no Estado. Itajubá é uma cidade já conhecida e bem posicionada na educação e agora também na inovação e na tecnologia”, defendeu.
Para Bitencourt, esse ambiente só é possível porque tem uma série de agentes atuando nesse tema. “A Universidade, as empresas que aqui nascem, os programas de incubação, o nosso projeto do parque tecnológico. Acaba de sair uma pesquisa de que Itajubá é a primeira cidade do país na densidade de criação de startups. Isso nos fortalece muito e sinaliza que estamos no caminho certo”, comemorou.

As startups
De acordo com estudo feito pela Liga Ventures em parceria com a TIVIT e Intel, há no Brasil, atualmente, 193 startups com soluções tecnológicas emergentes. Isso significa que essas empresas desenvolvem tecnologia com objetivo de impactar negócios no prazo de 5 a 10 anos. Somente os estados de Minas Gerais, São Paulo e Santa Catarina somam mais de 50% dessas iniciativas.
As startups, como é o caso da DDMX, têm gerado impacto significativo na economia local. É o que explica o secretário municipal de Ciência, Tecnologia, Industria e Comércio, José Fernando Grassi Bissacot. “Hoje, temos, aproximadamente, 60 empresas que passaram pelo processo ou de incubação ou de graduação que se encontram em Itajubá. Essas empresas se fortaleceram nesse momento de crise pela qual o pais passa, de dificuldade financeira e desemprego”, exemplificou.
Segundo Bissacot, esse movimento de empresas startups cresceu 60% de 2016 para 2017, gerando, atualmente, 360 empregos diretos, de alto gabarito, de alta formação e conhecimento e uma riqueza de R$ 40 milhões até o momento.

A DDMX
A DDMX, desde sua criação em 2010, mantém em sua equipe os valores essenciais para o sucesso de sua história. A disposição de solucionar desafios tecnológicos, a transparência e responsabilidade em seus compromissos, além da flexibilidade e agilidade no atendimento a seus clientes, fazem da DDMX uma das empresas líderes de soluções tecnológicas para otimização de operações logísticas de campo.
O domínio de diversas tecnologias emergentes, tais como "Big Data Analytics", "Inteligência Artificial", entre outras, aliado à experiência no mercado de logística industrial e urbana, permitiu a criação de soluções de alta integridade voltadas para operações complexas que exigem máxima confiabilidade dos dados e geração de conhecimento para operações de grandes clientes.

Lançamento do livro “Unifei – 100 Anos de História” marca programação de aniversário da Universidade

01 Dez 2017
O lançamento do livro “Unifei: 100 Anos de História” marcou a semana de comemorações pelo aniversário de 104 anos de fundação da instituição que deu origem à atual Universidade Federal de Itajubá.
O evento aconteceu no dia 23 de novembro, às 19h30, no Salão de Atos da Reitoria, no Complexo Histórico e Cultural da Unifei, localizado no centro de Itajubá. No início da sessão, os artistas Jade Ludmilla e Rafael Faria apresentaram um recital de piano e voz, sendo muito aplaudidos pelos convidados.
A publicação, que conta um pouco da trajetória da Instituição e de grandes figuras que por ela passaram, é uma realização do Ministério da Cultura (MinC), por meio da Lei Rouanet, com o patrocínio da empresa Engie do Brasil, antiga Tractebel, e com o apoio da Unifei, da Fundação Theodomiro Santiago (FTS) e da Pig Produções, tendo como autor o jornalista Flávio Dieguez.
A cerimônia de lançamento contou com as presenças dos professores Dagoberto Alves de Almeida, reitor da Unifei; Marcel Fernando da Costa Parentoni, vice-reitor; Fredmarck Gonçalves Leão, José Carlos Goulart de Siqueira e Felício Barbosa Monteiro, ex-dirigentes da instituição; do engenheiro Joaquim Carlos Masseli Barbosa, presidente da Associação dos Diplomados da Unifei (AD-Unifei Nacional); do Coronel João Otero Diniz, presidente da Academia Itajubense de História (AIH), e do jornalista Antonio José dos Santos Trotta, presidente da Academia Itajubense de Letras (AIL), entre outras autoridades, além de convidados, docentes e servidores da Universidade.
Durante o evento foi feito um agradecimento ao engenheiro Manoel Arlindo Zaroni Torres, ex-aluno da Instituição da turma de 1972, que foi presidente da Tractebel/Engie, patrocinadora do livro. Ele tinha sido convidado para falar em nome da empresa, porém não pôde estar presente.
Discursos
No início da cerimônia, o engenheiro William Mc Fadden, presidente da FTS, uma das entidades parceiras na produção do livro, fez uso da palavra. Ele destacou que era “um orgulho muito grande fazer parte dessa história, principalmente nesse empreendimento tão significativo”. Ele também agradeceu a todos que, de uma forma ou de outra, contribuíram para que o resultado final acontecesse.
O responsável pela redação do livro “Unifei – 100 Anos de História”, jornalista Flávio Dieguez também fez uso da palavra. Ele é editor de comunicação visual e escritor, e já trabalhou nos mais importantes veículos de comunicação de massa do país, entre os quais Gazeta Mercantil, IstoÉ e Veja, escrevendo sobre política internacional e economia. Desde 2012, trabalha em projetos que visam a atualizar e a divulgar as conclusões importantes mais recentes sobre a história econômica do Brasil.
Durante sua fala, o jornalista Flávio Dieguez revelou que “fazer o livro foi uma das coisas mais alegres” em sua carreira profissional. Ele disse que já conhecia em parte a história da Universidade e a de Theodomiro Santiago e que “a oportunidade de escrever o livro foi maravilhosa”. O autor reconheceu que não foi uma missão fácil realizar o projeto. “Às vezes, à noite, trabalhando e vendo fotografias sobre a instituição, eu pensava que a tarefa de escrever o livro era quase tão difícil quanto a que Theodomiro empreendeu em toda a sua vida”, destacou.
Segundo Flávio, para a redação do livro foram levantadas informações com cerca de 300 pessoas, entre as quais estão ex-alunos, alunos, dirigentes das instituições que precederam a Unifei, autoridades importantes em nível nacional e professores de História e de outras disciplinas, que se preocupam com o desenvolvimento da instituição de ensino no Brasil. “Foi um trabalho muito difícil escrever o livro. Ele foi feito com muita coragem. E para quem acreditava que a tarefa não seria possível de se concretizar, o livro é uma prova de que, com empenho, tudo se consegue fazer. Que a comunidade itajubense seja capaz de produzir outros cem anos com muito esforço e luta”, concluiu Flávio.
O reitor da Unifei, professor Dagoberto, também fez seu pronunciamento, destacando que “o resultado do livro ficou muito bom” e agradecendo o autor e a todos os que, de certa maneira, contribuíram, para um trabalho coletivo. “O livro demonstra, um pouco, o nosso carinho, o cuidado com aquilo que nós temos e que nos faz ser aquilo que somos. A história da Instituição trata de vida, de valores, o que nos orgulha muito. Mais cem anos virão e a Universidade vai continuar, esse registro tão necessário para que não se perca, para que não seja em vão a vida e a dedicação de muitos. Que venham os próximos cem anos!”, expressou o reitor.
Após os discursos, foi realizada a sessão de autógrafos do livro na sala ao lado do Salão de Atos, onde também os convidados puderam adquirir os exemplares, e foi servido um coquetel no hall de entrada do Casarão da Unifei.
De que trata o livro
No livro do centenário são citadas diversas pessoas que estiveram ligadas à direção da Instituição durante as várias fases de sua existência, que incluem o Instituto Eletrotécnico e Mecânico de Itajubá (IEMI), o Instituto Eletrotécnico de Itajubá (IEI), a Escola Federal de Engenharia de Itajubá (Efei) e a Universidade Federal de Itajubá (Unifei).
A história da entidade é contada desde Theodomiro Santiago, passando por José Rodrigues Seabra, Pedro Mendes dos Santos e pelos vários diretores que estiveram a sua frente até chegar ao atual reitor, professor Dagoberto Alves de Almeida. Muitos professores que não chegaram a ser diretores da Instituição, mas que são igualmente importantes para a sua história também são retratados no livro.
O livro também cita casos de alunos ilustres, como alguns líderes estudantis, que se destacaram desde seu período acadêmico e que continuaram levando o nome da Instituição para além de Itajubá quando ocuparam diversos cargos no país e até no exterior.
A publicação procurou apresentar, de maneira leve, divertida e até humorada, personagens, fatos, sonhos, momentos críticos e desafios pelos quais a Instituição passou, como as festas no Diretório Acadêmico, as brincadeiras realizadas nas repúblicas, as viagens de turma e os torneios esportivos, dentre outras tantas histórias.
A produção do livro
A ideia de se produzir um livro alusivo ao primeiro centenário da instituição foi apresentada quando o professor Dagoberto Alves de Almeida, no início de seu primeiro mandato como reitor, em 2013, criou uma comissão para resgatar a memória da Unifei. Uma vez constituída, esta equipe apresentou o projeto ao Ministério da Cutura (MinC) para que o livro fosse produzido com o incentivo da Lei Rouanet.
Desde que o projeto foi apresentado ao MinC e aprovado em 2014, a FTS firmou contratos para a concretização do livro com: a empresa Pig Produções, responsável pela sua produção; o jornalista Flávio Dieguez, responsável pelo texto e edição; a empresa Engie, antiga Tractebel, por intermédio do ex-aluno Manoel Zaroni, que ficou por conta do patrocínio financeiro do livro, e a equipe formada pelos diagramadores Walter Mota, Milena Hernández e Bendicho e Helenilton Alves, responsáveis pela editoração do livro.
Da parte da Unifei, outros profissionais estiveram envolvidos. Num primeiro momento, Adriana Barbosa, Camila Galhardo e Lúcia Garrido Rios participaram da produção. Nos últimos anos, foram inseridos servidores da Pró-Reitoria de Extensão (Proex), da Secretaria de Comunicação (Secom) e Paulo Gonçalves, responsável pelo acervo do Museu Theodomiro Santiago.
Após a redação do conteúdo do livro, a revisão editorial foi realizada em várias etapas pelos servidores Luiz Otávio Coutinho, Fabiana Cantelmo Silva, Antônio Décio de Carvalho e Isabela Rennó Goulart de Siqueira, da Secom, e a parte histórica foi revisada pelo ex-aluno Carlos Alberto da Silva, da turma de 1966.
O conjunto de imagens que compõem o livro foi possível graças a contribuição de colaboradores, como Marita Arêas, Fredmarck Leão, Angela Collares, Cléber Gonçalves, Otto José Simas e Emiliane Paixão, dentre outros, além de entidades e coleções particulares e do acervo que a própria Universidade preservou ao longo dos anos.
Aquisição dos exemplares
Os 3000 exemplares do livro foram impressos pela gráfica Coronário, de Brasília - DF. Deste total, uma parte está destinada para venda e os demais serão doados da seguinte maneira: para a empresa Engie, patrocinadora do livro; para entidades beneficentes, como a Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) da cidade, o Centro de Apoio e Integração de Deficiente de Itajubá (Caidi) e o Lar da Providência, além de escolas, bibliotecas municipais, universidades e/ou pesquisadores.
Os interessados em adquirir o livro podem se dirigir à FTS, no Complexo Histórico e Cultural da Unifei, no centro de Itajubá, e falar com a secretária Cristina ou pelo telefone 3622-2606. Cada exemplar está sendo vendido por R$ 50,00. O envio para quem reside fora de Itajubá será feito pelos Correios e os custos serão, além do valor do livro: R$ 5,00, da caixa para transporte; mais R$ 5,00, de rastreamento, e mais o valor do frete, que varia de acordo com a distância do local de destino.
Se alguém tiver alguma dúvida com relação ao livro quanto a imagens e informações sobre a história da Instituição, pode entrar em contato com a FTS pessoalmente, pelo telefone informado acima ou pelo e-mail: livrocentenario@unifei.edu.br.
Outras comemorações
Ainda como parte das comemorações do 104º Aniversário da Unifei, na terca-feira, dia 21 de novembro, aconteceu no Centro Técnico Cultural (CTC) Pedro Mendes dos Santos, o Evento em Homenagem aos Aposentados da Unifei, destinado a servidores técnico-administrativos que deixaram suas funções desde o último aniversário da instituição até 2017.
Na quinta-feira, dia 23, pela manhã, aconteceu, também no Salão de Atos da Reitoria, no Complexo Histórico e Cultural da Unifei, uma apresentação da recém-criada Orquestra de Câmara da Unifei, que fez a apresentação de quatro peças musicais, sob a regência do maestro Elias Antunes da Silva Júnior. Essa foi apenas uma amostra do trabalho iniciado em novembro pelo professor Luiz Eduardo Borges da Silva.
Na sequência, houve a cerimônia de aposição de flores no Mausoléu do Dr. Theodomiro Santiago, que foi conduzida pelo reitor da instituição. Como acontece todos os anos, no dia 23 de novembro, a instituição presta essa homenagem ao seu fundador, reverenciando sua memória e procedendo uma colocação de flores no local onde estão depositados seus restos mortais.
Em seguida houve uma homenagem aos docentes Afonso Henriques Moreira Santos e Edison Oliveira de Jesus e a inauguração de seus retratos na galeria dos professores aposentados pela instituição. Fazem jus a figurar na galeria os docentes com, no mínimo, 20 anos de trabalho ininterrupto na Universidade e que foram aposentados como professores titulares na carreira.
Durante a homenagem, fizeram uso da palavra o professor Geraldo Lúcio Tiago Filho, diretor do Instituto de Recursos Naturais, no qual atuou o professor Afonso Henriques, e o professor Rodrigo Duarte Seabra, diretor do Instituto de Matemática e Computação, onde o professor Edison Oliveira de Jesus desenvolveu suas atividades. Na sequência, ambos os homenageados fizeram seus discursos, após o descerramento de seus retratos, que foram colocados oportunamente na galeria dos docentes aposentados.
Dando continuidade, foi feita ainda uma homenagem pelo Centenário de Formatura da 1ª Turma do IEMI, com a exposição de alguns materiais, como um banner com a foto e os nomes dos primeiros formados e um trabalho final de graduação da época, além da apresentação do material sobre esse fato histórico, preparado pela engenheira Marita Arêas de Souza Tavares, ex-aluna da instituição.
Após a apresentação, o reitor, professor Dagoberto, também fez seu pronunciamento, destacando a importância dos professores homenageados bem como ressaltando o centenário de formatura da primeira turma da instituição.
No sábado, dia 25, pela manhã, aconteceu a visita de ex-alunos da Turma de 1978, ao Complexo Histórico e Cultural da Unifei, e na parte da tarde, foi realizada, no Auditório Antonio Rodrigues D’Oliveira (AARO), a palestra “A vida e a obra do Dr. Olyntho Carneiro Villela”, ministrada pelo engenheiro Aloísio Pizarro, ex-aluno da instituição. No mesmo dia aconteceu o já tradicional Jantar Dançante, promovido pela AD-Unifei, com a homenagem aos ex-alunos Luiz Alberto Garcia, da turma de 1959, e Francisco Hyczy da Costa, da turma de 1961.
E no domingo, 26 de novembro, foi feita a abertura do evento “Mesas Postas Natalina e Exposição de Presépios”, no Salão de Atos do Complexo Histórico e Cultural da Unifei, com a apresentação da cantora Jucilene Buosi, que aconteceu no AARO.


Fonte: Secom - Unifei