Últimos AcontecimentosO que acontece em Itajubá e região !

Primeiro cinema autossustentável do Brasil é construído em Itajubá

31 Out 2018
Empreendimento está em fase final de construção e terá geração própria de energia, sistema de captação de água da chuva, estacionamento para recarregar carro elétrico, entre outras inovações. Estão sendo investidos R$ 10 milhões. O projeto é da Rede Cine A, que também tem cinema em Pouso Alegre.

Itajubá, no Sul de Minas, foi a cidade escolhida para receber o mais moderno, tecnológico e sustentável cinema de rua do Brasil. A Rede de Cinemas Cine A constrói na cidade o empreendimento que terá captação e reaproveitamento de água da chuva, usina solar própria para geração de energia fotovoltaica, além de espaços que incentivam o uso da bicicleta, descarte do lixo eletrônico e até a recarga de carros elétricos. Segundo a Rede Cine A, é o primeiro cinema autossustentável do Brasil.

O cinema terá quatro salas com o que existe de mais avançado em som Dolby Atmos e imagem 3D e 4K.

A inauguração está prevista para 12 de dezembro de 2018, onde os itajubenses, visitantes e moradores da região passarão a utilizar este inédito espaço de lazer, cultura e sustentabilidade que é motivo de orgulho para todo o Brasil.

O complexo tem 4.058 m² de área construída e fica localizado no bairro Estiva, próximo ao Teatro Municipal e prefeitura da cidade. A Rede Cine A está investindo cerca de R$ 10 milhões no projeto. Além das salas de exibição e da estrutura tradicional de um cinema, são dois restaurantes, academia ao ar livre, espaço para prática de Yoga, Slackline, meditação e dança. O projeto arquitetônico tem um design arrojado e elegante, com foco em conforto e lazer.

“Os cinéfilos precisam de mais cinemas de rua. O mundo precisa de mais ações sociais e construções inteligentes. Essa é a nossa proposta, com a construção desse complexo moderno, inovador e autossustentável. Vamos juntos construir um mundo melhor. Um lugar limpo, rico de cultura e repleto de emoção”, afirma Silvio Gutierris, diretor da Rede Cine A.

ormatura da segunda turma do Programa Engenheiro Empreendedor

30 Out 2018
Iniciativa desenvolve o empreendedorismo em estudantes e recém-formados dos cursos de Engenharia e áreas afins.

Uma cerimônia no Auditório Antônio Rodrigues d´Oliveira (AARO) da Universidade Federal de Itajubá (Unifei), em 23 de outubro, marcou a formatura da segunda turma do Programa “Engenheiro Empreendedor”, promovido pelo Instituto Euvaldo Lodi (IEL) e o SENAI, em parceria com várias instituições mineiras. A turma foi composta por 20 alunos.

“O programa visa desenvolver comportamentos e atitudes empreendedoras em estudantes e recém-graduados com o objetivo de estimular a inovação e a competitividade da indústria mineira”, explicou Renata Lisboa, analista de Projetos do e responsável pelo programa.



O “Engenheiro Empreendedor” aconteceu em três cidades do Estado: Itajubá, Belo Horizonte e Ipatinga. O Programa, que teve início em outubro de 2015, já capacitou 522 alunos até o momento nos três municípios. O programa reflete o empenho do Sistema FIEMG juntamente com o Sebrae para promover uma educação profissional com qualidade. O projeto gera oportunidades para que os participantes possam inovar, experimentar, empreender e gerar soluções para a indústria.



“Para nós, é uma honra poder receber essa segunda edição e ser a única cidade do Sul de Minas a participar do programa. Isso, sem dúvida, é muito importante para o fortalecimento de nossa indústria”, disse Sandra Márcia Cortez Ribeiro, gerente do Sindicato das Indústrias de Itajubá (SIMMMEI).



Premiação

Durante o evento, as três equipes participante puderam apresentar aos presentes seus projetos. São eles. IDL, na área da Indústria Automotiva; Smart Paiting, de Automação Industrial; e Click, de IoT (Internet das Coisas).



De acordo com a banca de avaliação, a melhor proposta apresenta foi da IDL. “Estamos muito felizes com esse reconhecimento. Acredito que é fruto da dedicação e envolvimento de toda equipe”, disse Nikolas Oliveira Carneiro. “Nosso próximo passo, quem sabe, seja buscar o programa de incubação para lapidar o projeto”, ressaltou.



Também fazem parte da equipe: Hélida Aparecida Nascimento da Silva, Matheus de Sá Oliveira, Mateus Calderaro, Fabrício Yagi Maeda e Mariana Mota Noronha.



Fizeram parte da banca de avaliação os seguintes profissionais: Nilson Faria, sócio proprietário da GNS Usinagem; Vicente Belló, diretor da Stabilus; Maurício de Pinho Bitencourt, diretor da INOVAi – Associação Itajubense de Inovação e Empreendedorismo; José Fernando Grassi Bissacot, secretário Municipal de Ciência, Tecnologia, Indústria e Comércio; e Sandra Márcia Cortez Ribeiro, gerente do Sindicato das Indústrias de Itajubá (SIMMMEI).



Engenheiro Empreendedor

O Programa Engenheiro Empreendedor, uma iniciativa do SENAI e do IEL que, em parceria com o SEBRAE e a FAPEMIG, existe para explorar o potencial em estudantes e recém-graduados, com o objetivo de desenvolver comportamentos e atitudes arrojadas.


O Programa contempla encontros presenciais com mentorias técnicas e de negócio, feedback, entre outros, com carga horária total de 73 horas, além da oportunidade de vivenciar experiências em espaços interativos como salas de coworking e laboratório aberto, visando atender às demandas do mercado de trabalho.


Por meio de metodologia própria, o Programa proporciona a oportunidade de criar e estruturar uma proposta de negócio. O participante ainda conta com a ajuda do SENAI no acompanhamento de especialistas para o desenvolvimento de protótipos do seu produto.


Fonte: Bill Souza | Victor Bourdon

Agência Contexto

Lybio José Martire Junior toma posse na Academia de Medicina de São Paulo

28 Out 2018
Em sessão solene de posse, na noite do dia 16 de outubro, Lybio José Martire Junior, cirurgião plástico e professor universitário, tomou posse da cadeira número 71 da Academia de Medicina de São Paulo, cuja patronesse é Carlota Pereira de Queirós, e a antecessora, Maria Odette Ribeiro Leite.
O evento ocorreu no Auditório Nobre da Associação Paulista de Medicina. Lybio Martire foi introduzido pelos acadêmicos Guido Arturo Palomba, diretor Cultural adjunto da APM, e João Sampaio de Almeida Prado e saudado pelo acadêmico Juarez Moraes de Avelar. O presidente da APM, José Luiz Gomes do Amaral, que também é membro da Academia de Medicina de São Paulo, prestigiou a posse do novo acadêmico.
“Lybio é uma grande aquisição para a Academia de Medicina de São Paulo. Além do currículo invejável, é muito dedicado à História da Medicina”, elogia Palomba. O novo acadêmico conquistou votação expressiva para ingressar na entidade mais antiga e tradicional da profissão no estado de São Paulo.
“Acredito que isso se deu por conta do perfil esperado dos novos membros, e por ele ser o presidente da Sociedade de História da Medicina, tendo uma atuação importante. Temos prezado por profissionais que possuem um entendimento maior sobre a história, a cultura, o culto ao mestre e o respeito às tradições da área médica”, conclui o diretor da APM.
Currículo
Lybio José Martire Junior, que nasceu em São Paulo, atua no estado e também é professor titular da Faculdade de Medicina de Itajubá (MG), onde leciona nas Disciplinas de Cirurgia Plástica, Técnica Cirúrgica e História da Medicina.
Pertence às mais importantes entidades médicas de sua área, nacionais e internacionais, acumulando títulos da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, do Colégio Brasileiro de Cirurgiões, da Federação Íbero e Latino-Americana de Cirurgia Plástica, da International Society Aesthetic Plastic Surgery e do International College of Surgeons.
Além de fundador, atualmente é presidente da Sociedade Brasileira de História da Medicina e delegado nacional no Brasil da International Society Of History Of Medicine.

Fonte: Associação Paulista de Medicina.
Fotos: Marina Bustos

Alunos do Grupo de Pesquisa Interdisciplinar em Inclusão da Unifei apresentam trabalhos no III Cintedi

25 Out 2018
A professora Denise Pereira de Alcântara Ferraz, coordenadora do Grupo de Pesquisas Interdisciplinares em Tecnologias, Educação em Ciências e Inclusão da Universidade Federal de Itajubá (Unifei), e os alunos Vívian Martins Ribeiro, mestranda em Educação em Ciências, e Stefano Maximo Lopes, mestrando em Desenvolvimento, Tecnologias e Sociedade, tiveram seus trabalhos aprovados e apresentados no III Congresso Internacional de Educação Inclusiva (Cintedi).



O evento aconteceu nos dias 29, 30 e 31 de agosto, na cidade de Campina Grande, Paraíba, e contou com a presença de mais de 1.800 pessoas do Brasil e de várias partes do mundo, com mais de 1.000 trabalhos apresentados pelos congressistas.



Em sua terceira edição, o Cintedi contou em sua programação com discussões acerca das políticas educacionais brasileiras e estrangeiras e suas implicações para uma educação inclusiva, promovendo debates no âmbito internacional com professores e pesquisadores da área.



A professora Denise apresentou os resultados parciais da pesquisa que o grupo por ela coordenado vem desenvolvendo, financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) e intitulada “O uso das salas de recursos multifuncionais e o ensino de Ciências: um estudo sobre inclusão na microrregião de Itajubá”, que objetiva conhecer e disponibilizar as experiências de ensino de Ciências para alunos da Educação Especial, mediante o uso das tecnologias das Salas de Recursos Multifuncionais nas 13 cidades que compõem a microrregião em que se situa o campus sede da Unifei.



A aluna Vívian apresentou a pesquisa que desenvolveu na cidade de Itajubá sobre “A articulação entre o professor do AEE e o professor da Sala de Recursos Multifuncionais para o ensino de Ciências Biológicas” e o aluno Stefano apresentou sua pesquisa intitulada “Direitos Humanos, Educação Inclusiva e Trabalho: Um estudo na Microrregião de Itajubá".



Os resumos dos trabalhos apresentados pelos participantes da Unifei no III Cintedi podem ser acompanhados a seguir.



Direitos Humanos, Educação Inclusiva e Trabalho: Um estudo na Microrregião de Itajubá (mestrando Stefano)



O objetivo do projeto é compreender o contexto de acesso e permanência das pessoas com deficiência (PCD) no trabalho da iniciativa privada, a partir da Lei Brasileira de Inclusão, cuja efetividade e resultados seriam investigados na microrregião de Itajubá-MG. São estudadas as concepções teórica, acadêmica e jurídica sobre as PCD, expondo-se um panorama de suas lutas sociais na conquista de direitos, para verificar a eficácia da legislação, principalmente no que diz respeito aos mecanismos de inserção e manutenção dessas pessoas no ambiente de trabalho.



Procura-se também analisar como se dá a formação da mão-de-obra, buscando entender de que forma a proposta educacional inclusiva colabora na efetivação do acesso ao trabalho em condições dignas, o qual é tomado como um direito humano fundamental, por força, inclusive, da Constituição Federal brasileira.



A ideia é de que contribuições de diversas disciplinas permeiem todo o trabalho. Parte-se de uma postura crítica ao fato de que a ciência médica ainda é vista como a única capaz de conferir legitimidade ao diagnóstico da deficiência. Analisa-se a percepção de representantes do grupo das PCD, de funcionários recrutadores de mão-de-obra nas empresas da região e de membros da entidade fiscalizadora da legislação. Como método, utiliza-se uma pesquisa qualitativa, na qual o objeto de estudo não é uma simples informação, inerte e neutra, mas está embutida com as relações que os sujeitos concretos criam em suas ações.



A articulação entre o professor do AEE e o professor regular para o ensino de Ciências Biológicas: Um estudo na cidade de Itajubá -MG (mestranda Vívian)



O trabalho foi concebido a partir dos esforços do Grupo de Estudos e Pesquisas Interdisciplinares em Tecnologias, Educação em Ciências e Inclusão da Unifei, vinculado ao programa de Pós-Graduação em Educação em Ciências da instituição e que objetiva analisar e descrever como os professores do Atendimento Educacional Especializado (AEE) do município têm se articulado com os professores das salas regulares das escolas públicas estaduais para promover o ensino e aprendizagem de Ciências Biológicas aos alunos da Educação Especial.



Tal articulação é prevista na legislação como uma atribuição do professor do AEE e deve ser feita junto aos professores das classes regulares de modo complementar ou suplementar aos conteúdos específicos de cada disciplina. Essa proposta justifica-se na Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, marco mais recente em termos legais das políticas afirmativas para as PCD, que incentiva as pesquisas no âmbito educacional para o desenvolvimento de novos métodos e técnicas pedagógicas para tais pessoas.



Além disso, ensinar Ciências Biológicas na perspectiva da Educação Inclusiva torna-se imprescindível para a formação social dos indivíduos, para o conhecimento do próprio corpo e das relações com a natureza, higiene e prevenção de doenças, saúde e alimentação, entre outros. A abordagem qualitativa utilizada como pressuposto metodológico prevê pesquisa de campo, com entrevistas com os professores do AEE, posteriormente transcritas e analisadas segundo a teoria de Análise de Conteúdo proposta por Bardin.



O uso das salas de recursos multifuncionais e o ensino de Ciências: um estudo sobre inclusão na microrregião de Itajubá (professora Denise)



O estudo é parte dos desdobramentos das atividades de pesquisa e dos esforços de interlocuções que o Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento, Tecnologias e Sociedade (PPG-DTecS) e o Programa de Pós-Graduação em Educação em Ciências da Unifei têm empreendido sob a temática relacionada à Inclusão Social/Escolar. A seguinte questão é a norteadora da pesquisa: Quais são as possibilidades de viabilizar o ensino de Ciências em escolas da microrregião de Itajubá para alunos com deficiência, a partir do uso das tecnologias disponíveis nas Salas de Recursos Multifuncionais?



Diante da constatação da necessidade apresentada pelos participantes, integrantes deste projeto pretendem identificar, registrar e compartilhar as boas práticas de educação inclusiva, pensadas para propiciar condições de aprendizagem que não excluam nenhum aluno, de educadores que buscam dar respostas às necessidades educacionais especiais, realizadas na microrregião de Itajubá - MG.



O objetivo da pesquisa é identificar e registrar práticas inclusivas no ensino fundamental e médio, vinculadas às salas de recursos multifuncionais, especialmente voltadas ao ensino de Ciências, nas cidades que compõem a microrregião de Itajubá.



Conhecer e disponibilizar experiências de ensino de Ciências, mediante o uso das tecnologias das Salas de Recursos Multifuncionais, será uma contribuição para fortalecer o conjunto de conhecimentos até agora construídos sobre o tema, além de favorecer as práticas inclusivas após sua disponibilização.

Fonte: Secretaria de Comunicação