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Projeto aposta em bicicletas elétricas inteligentes para patrulhamento em Itajubá

19 Fev 2019
Por EPTV 1 — Itajubá, MG


Uma parceria entre a Guarda Municipal e uma empresa da Universidade Federal de Itajubá (Unifei) começou a testar o protótipo de bicicletas chamadas “inteligentes”. O objetivo das bicicletas elétricas, conhecidas como "bike patrulha", além de facilitar o patrulhamento, é fazer um mapeamento da cidade, com uso de câmeras e rastreadores.

O acordo de cooperação técnica com a Associação Itajubense de Inovação e Empreendedorismo e uma empresa incubadora quer introduzir tecnologias voltadas para IoT - Internet das Coisas. A ideia é implantar soluções aos sistemas e processos da prefeitura.

Todas as ruas por onde as bicicletas passarem entram em um banco de cadastros que vai direto para o controle da guarda. A bicicleta elétrica ainda tem um sistema de GPS, onde é possível acompanhar a localização em tempo real, inclusive por smartphone.

As bicicletas rodam até 70 quilômetros por dia. “Eles rodam na média de 35 e 40 quilômetros por dia. É uma bicicleta ambiental, não polui”, explicou o comandante Adilson José Souza Silva.

Além da mobilidade entre veículos, o objetivo da guarda é chegar a locais de difícil acesso, com a ajuda do motor elétrico. O projeto tem duração de três meses e até o momento tem duas bicicletas. A previsão da prefeitura é que pelo menos outras 10 bicicletas cheguem à Guarda Municipal.

Startup de ex-aluno da Unifei desenvolve sistema para o compartilhamento de créditos de energia

18 Fev 2019
Bárbara Ferreira Viegas Rubim e José Otávio Carneiro Bustamante, sócios da Enercred, durante premiação em evento realizado em 2017.


Uma matéria de Thaine Belissa, veiculada na versão online do Diário do Comércio, intitulada “Startup lança serviço de energia por assinatura”, informa que a empresa Enercred, da cidade de Pedralva, no Sul de Minas, “entrega ao consumidor pacotes de desconto de 10% a 20% na conta de luz, por meio de um modelo que transforma energia solar em créditos nas companhias de energia”.

José Otávio Carneiro Bustamante, ex-aluno da Universidade Federal de Itajubá (Unifei), é o atual CEO da Enercred, que oferece uma plataforma virtual para o compartilhamento de créditos de energia limpa, a qual conecta mini e microusinas geradoras de eletricidade a consumidores interessados em economizar com sustentabilidade.

O Diário do Comércio apresenta a trajetória da startup desde 2015, quando José Otávio foi aos Estados Unidos apresentar o projeto de um painel solar híbrido e decidiu inovar seu negócio, ao conhecer o modelo de comunidade solar, em que “os consumidores faziam locação de um percentual da usina de energia fotovoltaica e se beneficiavam do uso de energia renovável sem precisar investir em equipamento”, como relata ele na matéria veiculada.

Também são informados na veiculação os outros rumos que a empresa tomou nos anos de 2016 e 2017 para concretizar seu projeto, que de forma prática, consiste em fazendas solares que geram energia, a qual é injetada na rede de distribuição e transformada em créditos, sendo que os clientes pagam à startup uma mensalidade para usar tais créditos e, assim, podem reduzir o valor de sua conta de luz, economizando de 10 a 20% no valor que pagariam à fornecedora de energia.

A matéria também revela que a startup possui, atualmente, 20 clientes, número que pode aumentar com a ampliação da capacidade de sua usina em Pedralva. Além disso, é informado que a Enercred está firmando contratos com empresas de energia, como a EDP, para alugar plantas solares e aumentar sua capacidade de geração de energia. Com isso, a empresa poderá atender 120 clientes até a metade deste ano.

A expectativa de José Otávio, segundo o Diário do Comércio, é de que a Enercred aumente sua carteira para 3.000 clientes, já que ela está negociando com novos parceiros para a construção de uma usina maior no Norte de Minas Gerais, que terá a capacidade de geração de 5MW.

A integra da matéria sobre a Enercred veiculada na versão online do Diário do Comércio pode ser conferida em: http://diariodocomercio.com.br/sitenovo/startup-lanca-servico-de-energia-por-assinatura/?fbclid=IwAR1biTFBTqbpVTVNnclq0Drb34G3MOc0SLhnmIrnuTmBTD__34inRMBf0Kg

Sobre a Enercred

Segundo informações já veiculadas no site da Unifei, a jornada da startup começou em outubro de 2015, no evento U-Lab Prototype Camp no Sloan School of Management do Massachusetts Institute of Technology (MIT). De lá para cá, o projeto foi remodelado e reinventado. Em abril de 2016, seus integrantes participaram do Desafio Solar para Modelos de Negócios Sociais, promovido pelo Greenpeace Brasil e pela NESsT.

Já em 2017, a Enercred e a startup SunFlower Power System, aceleradas pelo LAB001, do Centro de Empreendedorismo Unifei (CEU), se destacaram como finalistas, além de outras quatro participantes brasileiras, no programa EDP Open Innovation 2017, cujo evento de premiação aconteceu na capital portuguesa. Na época, dentre quase 200 startups de todo o mundo, a SunFlower e a Enercred tinham sido selecionadas entre as 15 melhores.

O LAB001, do CEU, que fazia, então, a aceleração das duas startups, é um programa desenvolvido pelo CEU, ligado ao Instituto de Engenharia de Produção e Gestão (IEPG), para fornecer suporte e mentorias e auxiliar no crescimento de startups de hardware e hard-sciences criadas por alunos da Unifei e pela comunidade da região.

Mais informações sobre a Enercred podem ser obtidas em seu site, https://www.enercred.com.br/, no qual podem ser acessadas matérias relativas à startup veiculadas nas versões online de: Época, Greenpeace, Inovativa Brasil, Olhar Digital, StartSe e Valor Econômico.

Nos seguintes links também podem ser acessadas matérias já veiculadas na página da Unifei sobre a Enercred:

https://2015.unifei.edu.br/noticia/ex_aluno_da_unifei_ganha_desafio_solar_greenpeace

https://unifei.edu.br/blog/startups-aceleradas-pelo-lab001-da-unifei-concorrem-a-premio-de-evento-internacional/

Fonte- SECOM - UNIFEI

Câmara aprova reposição salarial para vereadores e reajuste para servidores em Itajubá, MG

15 Fev 2019
Por EPTV 2 — Itajubá, MG

A Câmara de Itajubá (MG) aprovou nesta sexta-feira (15) a reposição salarial de 3,75% para os vereadores e o reajuste para os servidores da casa em 5%. A estimativa é de que só o subsídio dos vereadores custe cerca de R$ 58 mil a mais por ano.

O projeto que reajustou o salário dos servidores da câmara foi aprovado por 12 votos a 1. Dos 17 vereadores da casa, três faltaram. O único vereador que votou contra, explicou o motivo.

"Não é o momento, o cenário nacional, estadual e municipal não nos permite votar aumento salarial para servidor público. Servidor público é para servir ao público, é nossa principal função aqui dentro", disse o vereador Tenente Melo (SD).

Já a aprovação da revisão dos subsídios dos vereadores foi aprovada por 7 votos a 6. Durante a discussão, os ânimos ficaram exaltados. "Nós tivemos três ausências, isso não se justifica, não podemos estar ausentes, seja sessão ordinária, seja extraordinária, é dever do vereador estar presente", completou o vereador.

No ano passado, outra sessão já havia gerado polêmica na Câmara de Itajubá. Na época, foi aprovada a redução no número de vereadores para a próxima gestão, de 17 para 11.

Um aumento de salário só integraria os subsídios na próxima gestão. Mas pela lei, como o projeto atual foi de revisão de valores, eles já serão acrescidos nos próximos salários.

O valor bruto que eles recebiam era de R$ 7.454,08. Agora, ele passará para R$ 7.733,61. Para a Mesa Diretora, os R$ 58 mil a mais não irão pesar no orçamento.

"Mediante à consulta ao jurídico da casa, mais à Comissão de Finanças da Câmara Municipal, constatou-se que seria possível um aumento de até 11% aos servidores da câmara por exemplo, portanto o orçamento da câmara permite esse reajuste de 3,75% para os subsídios dos vereadores mais os 5% dos servidores da câmara", disse o vereador Renato Moraes, do PSDB.

Unifei executará projeto nas regiões Antártica e Equatorial da América do Sul

15 Fev 2019
A Universidade Federal de Itajubá (Unifei) será a instituição executora de um projeto de pesquisa que estudará a dinâmica e as conexões associadas dos processos atmosféricos relacionados à distribuição da camada de ozônio, radiação UV e aerossóis entre as regiões Antártica e Equatorial da América do Sul.

Coordenado pelo professor Marcelo de Paula Corrêa, diretor do Instituto de Recursos Naturais (IRN), o projeto, faz parte do Programa Antártico Brasileiro (ProAntar), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), órgão do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), gerido pela Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (Cirm), que tem presença no continente da Antártica e no oceano Austral ou Antártico.

O projeto envolve pesquisadores, técnicos e estudantes da Unifei, dos institutos Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), das universidades federais do Rio Grande do Norte (UFRN), do Oeste do Pará (Ufopa) e de Santa Maria (UFSM) e de universidades e centros de pesquisa da Argentina, Chile e Bolívia. As pesquisas durarão quatro anos, no período de 2019 a 2022, com recursos aprovados de, aproximadamente, R$ 1,4 milhão, estando previstas, pelo menos, três missões à Antártica.

Segundo o professor Marcelo, do IRN da Unifei, é a primeira vez que um projeto desta natureza é executado pela Unifei e será uma excelente oportunidade para alunos de graduação e pós-graduação, assim como para o fortalecimento das pesquisas e colaborações com instituições nacionais e internacionais. “A aprovação do projeto consolida o corpo do curso de graduação em Ciências Atmosféricas como um dos mais produtivos da Unifei e abre novas oportunidades para o recém-aprovado Doutorado em Meio Ambiente e Recursos Hídricos, ambos alocados no Instituto de Recursos Naturais (IRN)”, disse Marcelo.

Secretaria de Comunicação - UNIFEI

Professor da Universidade de Genebra visita Reitoria da Unifei e faz palestra sobre Internacionalização da Educação

14 Fev 2019
No dia 8 de fevereiro, sexta-feira, às 10h45, o professor Abdeljalil Akkari, da Universidade de Genebra, na Suíça, foi recepcionado na Reitoria da Universidade Federal de Itajubá (Unifei) pelos professores Dagoberto Alves de Almeida, reitor; José Arnaldo Barra Montevechi, chefe de Gabinete, e Danilo Henrique Spadoti, diretor substituto de Relações Internacionais. Também participou da visita o professor Cláudio Carlan, diretor de Relações Internacionais da Universidade Federal de Alfenas (Unifal).

Na oportunidade, o professor José Arnaldo apresentou aos visitantes vídeos sobre a cidade de Itajubá e sobre a Unifei, destacando as diversas atividades realizadas no campus sede e no de Itabira, e comentou sobre o ecossistema de empreendedorismo local. Por sua vez, o professor Dagoberto comentou sobre o logotipo da Unifei, que foi recentemente reestilizado, explicando as razões dessa atualização. Ele também ofereceu ao professor Akkari um exemplar do livro Unifei: 100 Anos de História, alusivo ao primeiro centenário da Instituição. Na ocasião, também foram tratados temas visando uma futura colaboração entre as instituições.

Às 14 horas, os visitantes participaram de uma reunião no Instituto de Engenharia de Produção e Gestão (IEPG), na qual estiveram presentes os professores: Caio Fernandes, pró-reitor adjunto de Graduação; Ana Carolina Sales, coordenadora do Centro de Educação (Ceduc), Luiz Felipe Silva, representante do Programa de Mestrado em Desenvolvimento, Tecnologias e Sociedade (DTecS), e os professores Maurílio Pereira Coutinho e Danilo Henrique Spadoti, representantes da Diretoria de Relações Internacionais (DRI) da Unifei.

Palestra

Às 15h30, o professor Abdeljalil Akkari ministrou a palestra “Educação intercultural: uma análise das desigualdades educativas na perspectiva da internacionalização da política educacional”, na Sala Mahle, do IEPG, organizada pela DRI e destinada a alunos e professores. No início, o palestrante foi apresentado pelo chefe de Gabinete da Reitoria, responsável por sua visita à Unifei. José Arnaldo comentou que havia conhecido o professor Abdeljalil Akkari durante um congresso em Genebra e, desde então, planejava uma visita do docente ao Brasil.

A palestra focou em quatro pontos principais sobre o tema, sendo discutidas as seguintes questões: a internacionalização como um assunto novo nas universidades, por que queremos internacionalizar as instituições, quais são as estratégias corretas para a internacionalização e o que diz o estatuto sobre a internacionalização nas universidades brasileiras. A palestra foi finalizada com perguntas dos presentes.

Sobre o palestrante

Abdeljalil Akkari atualmente dirige a linha de pesquisa Dimensões Internacionais da Educação na Universidade de Genebra. Ele já atuou nas Universidades de Freiburg, na Suíça, e em Maryland, nos Estados Unidos, e foi Pró-Reitor de Pesquisa da Haute Ecole Pédagogique Berne-Jura-Neuchâtel, também na Suíça.

O professor publicou recentemente um artigo sobre “Les impasses de l école multiculturelle et de l école républicaine dans une perspective comparative”, na Revista Suíça de Ciências da Educação, e também, em 2008, a obra “Educational ideas from the majority world”, pela editora Sage.

Seus principais trabalhos de pesquisas são relativos à educação intercultural, a análise das desigualdades educativas e a internacionalização da política educacional. Atualmente, ele trabalha em uma pesquisa comparativa e internacional sobre o tema “Educação, escolarização e identidades nos contextos multiculturais”.

Além de lecionar na Universidade de Genebra, Akkari viaja o mundo todo, fazendo palestras, e contribui com a Organização das Nações Unidas (ONU) em questões sobre educação e refugiados.

Fonte: Secom - Unifei