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Esquadrão Pelicano apoia a Presidência da República em visista ao MS.

31 Mai 2021
Por Guilherme Wiltgen

No dia 14 de maio, o 2°/10° GAV – Esquadrão Pelicano, sediado na Base Aérea de Campo Grande (BACG), apoiou a comitiva da Presidência da República, realizando o transporte do Presidente Jair Bolsonaro no H-60 Black Hawk FAB8907.

Além do PR, também participaram do compromisso oficial a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, o secretário especial de Assuntos Fundiários, Nabhan Garcia, e o presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Geraldo Melo Filho, para realizar a entrega de cerca de 2.100 títulos de terra a mais de 300 famílias que vivem no assentamento Santa Mônica, localizado no município de Terenos, vizinho da capital Campo Grande.
O Segundo Esquadrão do Décimo Grupo de Aviação (2º/10º GAv) – Esquadrão Pelicano é a única Unidade da Força Aérea Brasileira dedicada exclusivamente a realizar missões de Busca e Salvamento (Search and Rescue – SAR) da FAB. O Pelicano já realizou incontáveis missões de resgate de aeronaves civis e militares, navios e embarcações, bem como missões de apoio a população civil, seja através de missões de socorro, remoção de emergência, apoio a desastres naturais ou Ações Cívico-Sociais (ACISO).

Esquadrão Pelicano está dotado com três helicópteros Sikorsky H-60L Black Hawk (FAB-8901, 8904 e 8907) e três Airbus Defence and Space SC-105 Amazonas SAR (FAB6550, 6551 e 6552).

FOTOS: Comunicação Social do 2º/10º GAv, via Luciano Porto – www.spotter.com.br

Espanhóis listam quatro igrejas de Minas entre as 10 mais belas do Brasil

30 Mai 2021
Ranking de agência da Espanha aponta estado como o de maior acervo entre os 10 templos mais bonitos do Brasil. Na lista estão Congonhas, Sabará, Ouro Preto e BH.

O turismo religioso no Brasil une de pequenas cidades do interior a capitais; de Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, a Oscar Niemeyer; e reúne também a paixão e sotaques de visitantes de todo o mundo.

É o que mostra uma lista divulgada pela agência espanhola Civitatis, com o ranking das 10 igrejas mais bonitas do país para se visitar.

Entre elas, grandes tesouros arquitetônicos dos mais variados estilos – do barroco ao modernismo, passando pelo neogótico e neorrenascentista. E Minas Gerais ocupa um lugar privilegiado nesse roteiro de redescoberta traçado por espanhóis, com quatro representantes, das históricas Ouro Preto, Sabará e Congonhas, e também da capital.

Destacam-se na lista internacional a Matriz Nossa Senhora do Pilar, em Ouro Preto, a Basílica Senhor Bom Jesus de Matosinhos, em Congonhas – ambas na Região Central do estado –, a Igreja Nossa Senhora do Ó, em Sabará, na Grande BH, e a Igreja São Francisco de Assis, também conhecida como igrejinha da Pampulha, em Belo Horizonte.

Completam a lista espanhola dois templos do Rio de Janeiro (RJ): o Mosteiro São Bento e a Igreja São Francisco da Penitência. De São Paulo (SP), os espanhóis indicam a Catedral da Sé; do Recife, a Capela Dourada; de Brasília, a Catedral Metropolitana; e de Salvador, a Igreja e Convento São Francisco.

Fonte: EM . Por Émile Patrício

Contas de luz da Cemig não terão reajuste pelo segundo ano consecutivo

27 Mai 2021
Medida foi possível após Aneel acatar solicitação da empresa para devolução de R$ 1,5 bilhão aos clientes

Uma boa notícia para os mineiros: a Agencia Nacional de Energia Elétrica - Aneel - anunciou hoje (25/05), que os clientes residenciais da Cemig não terão reajuste nas contas de energia elétrica em 2021, a exemplo do que aconteceu no ano passado. A medida, que irá amenizar os impactos da pandemia na vida da população do estado, foi possível porque a Aneel acatou pedido feito pela companhia em 20 de maio para devolver cerca de R$ 1,5 bilhão para os clientes de sua área de concessão.

O anúncio foi feito presidente da Cemig, Reynaldo Passanezi Filho, juntamente com o Governador Romeu Zema, em um vídeo postado nas redes sociais na tarde desta terça-feira.

O presidente da Cemig comemora a devolução dos recursos cobrados a mais e que estão sendo devolvidos agora para os consumidores dentro dos parâmetros legais.

“É um prazer poder anunciar reajuste zero pelo segundo ano seguido. É a contribuição da Cemig para os mineiros neste momento de pandemia em razão da diligência da empresa em procurar proteção judicial contra a dupla incidência de impostos”, afirmou o executivo.

Reynaldo Passanezi Filho destaca as ações que a companhia vem adotando para proteger o consumidor diante da crise sanitária. “Lembro a todos também que estamos parcelando os débitos dos consumidores residenciais e comerciais, e com condições ainda mais especiais para aqueles clientes da tarifa social. Para quase 1 milhão de clientes, estamos oferecendo até 65% de desconto nessa fatura”, reforçou o presidente da companhia.

O Governador Romeu Zema também falou da importância do anúncio para os consumidores mineiros. “É uma ajuda que o Governo de minas e a empresa dão aos mineiros neste momento de pandemia, mostrando que estamos fazendo de tudo para amenizar o sofrimento daqueles que mais precisam”, afirmou o governador.

Devolução

Assim como no ano passado, a Cemig submeteu à Aneel proposta de antecipação da devolução para os consumidores da área de concessão da Cemig D. O valor se refere a parte dos recursos levantados judicialmente em função do trânsito em julgado da ação que questionou a inclusão do ICMS na base de cálculo do PIS-Pasep/COFINS das faturas de energia. Em 2020, os clientes residenciais – atendidos em baixa tensão – tiveram uma redução média de 1,68% nas tarifas de energia, quando foram devolvidos R$ 714,4 milhões aos mineiros.

Dessa forma, se não fosse a devolução dos recursos aos clientes – que foi solicitado pela Cemig – o reajuste tarifário para os mineiros deveria seguir o de outras distribuidoras do país, que superaram a casa dos dois dígitos em 2021. O reajuste médio, que considera todas as classes de consumo, é de 1,28%, que é bem menor do que o das outras distribuidoras em 2021.

Esforço concentrado

Atualmente, está em vigor uma Campanha de Negociação de Débitos que oferece aos clientes residenciais e comerciais de baixa tensão a oportunidade de dividir em até 12 vezes suas contas em atraso, sem juros, utilizando o cartão de crédito.

Além disso, para os clientes da categoria de Tarifa Social de Energia Elétrica, o parcelamento pode ser feito em até 24 vezes, também sem juros. Em outra iniciativa, a Cemig suspendeu o corte de energia por inadimplência para os clientes classificados como baixa renda em situação de inadimplência até o dia 30 de junho. Hoje, a companhia tem mais de 900 mil famílias cadastradas nessa categoria.

Uso Consciente

De acordo com o gerente de tarifas da Cemig, Giordano de Pinho Matos, mesmo com a boa notícia, os clientes da companhia precisam utilizar a energia de maneira consciente e evitar o desperdício, uma vez que os reservatórios brasileiros continuam com níveis bem abaixo do normal para esta época do ano.

“Apesar do reajuste da Cemig ter sido menor do que a média das outras distribuidoras e de não haver reajuste para os clientes residenciais, precisamos ter sempre em mente que a economia mais expressiva ocorre quando consumimos a energia de modo consciente, sem desperdícios. Bons hábitos na utilização da energia, obtidos sem muito esforço, geram redução imediata no valor das contas”, explica.

Composição da tarifa

Giordano de Pinho Matos destaca ainda que a Cemig Distribuição é a empresa do Grupo Cemig que atende diretamente a cerca de 8,7 milhões de clientes, e que o processo de reajuste trata apenas da empresa de distribuição, e, portanto, não engloba as usinas, linhas e subestações de transmissão ou outras atividades do Grupo Cemig.

Importante destacar que do valor cobrado na tarifa, apenas 21,9% ficam na Cemig Distribuição e se destinam a remunerar o investimento, cobrir a depreciação dos ativos e outros custos da empresa. Os demais 78,1% são utilizados para cobrir encargos setoriais (13,8%), tributos pagos aos Governos Federal e Estadual (28,2%), energia comprada (27,7%) e encargos de transmissão (8,4%).

“Quando a conta chega ao consumidor, ele paga pela compra da energia (custos de geração), pelo transporte (custos de transmissão) e pela entrega (custos de distribuição), além de encargos setoriais e tributos”, explica.