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Alunos da Unifei participam dos festivais do Corredor Cultural

30 Ago 2018
No mês de agosto, cinco grupos artísticos da Unifei representaram a instituição no projeto Corredor Cultural. Criado pelo Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Instituições Públicas de Educação Superior Brasileiras (Forproex), da regional Sudeste, o Corredor Cultural tem como objetivo promover o intercâmbio dos diversos fazeres artístico-culturais das Instituições de Ensino Superior (IES) públicas da região, por meio da circulação da produção dos universitários.

Na edição de 2018, o projeto consistiu na realização de três festivais, com participação de 12 IES de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro, 30 grupos artísticos e cerca de 120 alunos. Cada festival recebeu oficinas e workshops, exposições, música e artes da cena (apresentações que envolvem cena, tais como dança, teatro e circo), o que permitiu a troca de saberes de diversas linguagens artísticas entre os grupos e o público.

O primeiro festival foi realizado nos dias 15 e 16 de agosto, na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), em Seropédica-RJ. No evento, a Unifei foi representada por integrantes da Bateria Danada, que ofertaram oficina de percussão, e do Teatro d’Efeito, com apresentação da peça “Geni”.

O segundo festival ocorreu nos dias 23 e 24 de agosto, na Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ), com participação dos alunos do Forró de Segunda, que ofereceram workshop de forró, e de integrantes da Universidade Cultural, que ministraram oficina de tecido acrobático.

O terceiro e último festival ocorreu no dia 25 de agosto, na Universidade Federal de Lavras (Ufla), ocasião em que a Unifei foi representada pelos alunos do projeto Corpo a Corpo, que fizeram apresentação de dança e ofereceram workshop de dança livre ao público.

A diretora de Cultura e Extensão Social da Unifei e produtora executiva dos festivais, Flávia Motta, defende a importância da iniciativa do Forproex, tendo em vista o compartilhamento de experiências culturais que promove. “Nos festivais, nossos alunos tiveram a oportunidade de mostrar sua arte e conhecer o trabalho dos grupos de outras instituições. Houve uma integração muito interessante entre os alunos das 12 IES participantes e mesmo entre os gestores culturais. Para alguns discentes, este foi o primeiro contato com outras universidades”.

De acordo com Iago Felício Dornelas, graduado em Sistemas de Informação pela Unifei e professor de dança do projeto Corpo a Corpo, o Corredor Cultural “foi um dos melhores eventos com foco em cultura que já fui na minha vida, não só pela receptividade das universidades envolvidas, mas também pelo perfil do público, com as mais diversas formações, e aberto a conhecer coisas novas”. Para ele, a iniciativa foi relevante para o projeto de dança livre, tendo em vista o reconhecimento da Unifei e a oportunidade de compartilhamento do trabalho que o grupo desenvolve. “Foi um momento de intenso aprendizado com as outras equipes que estavam no festival e também de amadurecimento, porque percebemos que temos condições de fazer eventos incríveis e apresentações cada vez melhores”.

O discente Guilherme Braga, do curso de Engenharia de Computação da Unifei e integrante da Universidade Cultural, também mostrou o trabalho que desenvolve com artes circenses: “ensino o que posso e aprendo o que consigo para enriquecer os dois lados”. Segundo Braga, o projeto deu a oportunidade de conhecer um lugar novo, de trocar experiência com outras pessoas que já têm familiaridade com o tecido e de ensinar muitos interessados em aprender a arte do tecido acrobático. “Foi uma das melhores experiências que já tive e já estou esperando ansiosamente pela próxima edição”.

O projeto continua na Unifei com duas exposições montadas no saguão da Biblioteca Mauá (BIM), no campus de Itajubá. A primeira – Sob Severa Vigilância – mostra os alunos do Cefet-RJ que viveram o período da ditadura sob vigilância. A segunda – Mães Ruralinas – traz o retrato de mulheres mães-alunas da UFRRJ pela ótica da fotógrafa Tuyuka Lara. As exposições ficam disponíveis até dia 30 de setembro para toda a comunidade itajubense.



Equipe organizadora do Corredor Cultural, edição 2018:

Direção Geral - Gabriela Maruno (UFABC)

Direção Adjunta - Kate Hellen (UFRRJ)

Produção Executiva - Flávia Motta (Unifei)

Direção de Comunicação - Gabriela Maruno (UFABC)

Direção Administrativa - Telma Resende (UFSJ)

Produção Local - Kate Hellen (UFRRJ), Telma Resende (UFSJ) e Jardel Maximiliano (UFLA)

Fonte: SECOM - UNIFEI

Professora da Unifei visita Centro de Educação a Distância da Universidade Federal de Juiz de Fora

28 Ago 2018
No início de agosto, a professora Juliana Maria Sampaio Furlani, do Instituto de Física e Química (IFQ), e coordenadora da Universidade Aberta do Brasil (UAB) na Universidade Federal de Itajubá (Unifei), fez visita técnica nas instalações do Centro de Educação a Distância (Cead) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) para conhecer as estruturas físicas e compartilhar experiências administrativas entre as instituições.

A docente foi recebida pelo diretor do Cead da UFJF, professor José Paulo Abdalla, e pela responsável do Setor de Produção de Material Didático, Liliane Faria, e pôde conhecer mais detalhes da gestão e das atividades realizadas.

De acordo com a professora Juliana, as duas universidades utilizam o Moodle como plataforma do ambiente virtual de aprendizagem. “Conhecer outras instituições que oferecem o mesmo serviço que nós e poder aprender o que há de novo, ou diferente, é o principal objetivo de nossa visita. Essa troca de experiências entre as universidades federais e, em especial, no setor da educação a distância, deveria ser frequente e estimulada”, disse a docente em conversa com Ismael Silveira, coordenador administrativo do Cead da UFJF.

A analista de conteúdo do Núcleo de Educação a Distância (Nead) da Unifei, Maria Paula Feichas, fez companhia para a professora Juliana na visita à sala de produção de conteúdo, na qual atuam jornalistas, designers, analistas de sistema e suporte técnico. Elas também conheceram a sala laboratório e o estúdio de gravação das videoaulas.

Segundo a docente, o Nead da Unifei está reformulando o seu estúdio para melhor atender os professores e tutores e a visita realizada ao Cead da UFJF foi de grande valia para obter informações que auxiliem no desenvolvimento da educação a distância.

A matéria veiculada na página do Nead e mais fotos sobre a visita podem ser acessadas em: https://nead.unifei.edu.br/noticias/363-coordenadora-da-uab-unifei-visita-cead-da-ufjf

Nead – Unifei.


Arcebispo pede a renúncia do papa por casos de abuso nos EUA

26 Ago 2018
arcebispo italiano Carlo Maria Viganò, ex-representante diplomático da Santa Sé nos Estados Unidos, afirmou em uma carta divulgada no sábado por jornais católicos que o papa Francisco sabia desde 2013 das acusações de abuso sexual relativas ao cardeal americano Theodore McCarrick e falhou em punir o prelado. Por causa disso, o arcebispo pede a renúncia do pontífice.

“Neste momento extremamente dramático para a Igreja, ele deve admitir seus erros e, seguindo o proclamado princípio de tolerância zero, o papa Francisco deve ser o primeiro a dar um bom exemplo aos cardeais e bispos que acobertaram os abusos de McCarrick e renunciar junto com todos eles”, escreveu o italiano no texto de onze páginas.

Viganò ocupou o posto de núncio nos Estados Unidos de outubro de 2011 a maio de 2016, quando se aposentou. Conservador e crítico de Francisco, o arcebispo de 77 anos denuncia no texto uma “conspiração de silêncio” e uma “rede homossexual” no Vaticano. O italiano, porém, não apresenta provas de suas alegações. A Santa Sé ainda não comentou as afirmações.

Francisco aceitou no fim de julho a renúncia de McCarrick, investigado pela polícia americana por suspeita de ter abusado de um garoto de 11 anos há quatro décadas. O cardeal de 88 anos também enfrenta diversas outras acusações de abusos de adolescentes e seminaristas que teriam sido cometidos ao longo de sua carreira clerical. McCarrick foi orientado pelo Vaticano a manter “uma vida de orações e penitência” em uma casa a ser designada pelo pontífice até que o julgamento da Igreja seja realizado.

A divulgação do texto de Viganò vem em um momento delicado para Francisco. O papa está em viagem pela Irlanda, onde tenta recuperar a confiança dos católicos irlandeses após escândalos de abuso sexual abalarem a imagem da Igreja no país.

Carta

Viganò afirma em sua carta que as mesmas sanções impostas agora ao americano já haviam sido determinadas pelo papa Bento XVI, entre 2009 e 2010, por causa das suspeitas, mas não foram colocadas em prática na época. “Não sei quem foi o responsável por esse incrível atraso. Certamente não acredito que foi o papa Bento.” Em seguida, Viganò especula que o cardeal italiano Tarcisio Bertone, na época secretário de Estado do Vaticano, pode ter sido o culpado. No texto, o arcebispo afirma que Bertone era famoso por “promover homossexuais a cargos de responsabilidade”.

Ele conta ainda que, em junho de 2013, já durante o papado de Francisco, comentou o caso de McCarrick em uma audiência com o argentino. “Ele corrompeu gerações de seminaristas e padres, e o papa Bento ordenou que ele se retirasse para uma vida de orações e penitência”, teria dito o italiano a Francisco. Segundo Viganò, o papa não demonstrou surpresa e, sem fazer comentários, mudou de assunto.

“Ele sabia ao menos desde junho de 2013 que McCarrick era um predador em série”, acrescenta o ex-núncio. “E, mesmo sabendo que ele era um homem corrupto, o acobertou até o amargo fim.”

Fonte: Veja.com

Curso G9 é correalizador do Ameride 2018, que irá reuniu 24 corais em Itajubá

24 Ago 2018
A sétima edição do Ameride – Festival Internacional de Corais irá reunir em torno de 500 coralistas em Itajubá, entre os dias 27 de agosto e 1º de setembro. As apresentações serão realizadas em escolas, igrejas, no Hospital Escola, na concha acústica da Praça Theodomiro Santiago e no Teatro Municipal Christiane Riêra. Todas as apresentações são gratuitas: são 24 corais, de quatro países latino-americanos. O Curso G9 é correalizador do evento.

A direção geral do Ameride é do maestro venezuelano Alexander Albarrán, com coordenação geral no Brasil do maestro Joao César da Silva, professor de Música e regente da Orquestra Experimental do Curso G9. O evento tem apoio cultural da Prefeitura de Itajubá e apoio da Clin-Med e do Sindicato das Indústrias de Itajubá (SIMMMEI).



O Ameride é dividido em três eventos. Um dos eventos é a VII Edição do Festival de Corais, no qual diversos corais do Brasil e da América Latina irão apresentar músicas que representam a cultura de cada país. Outro evento é o XII Seminário Internacional de Regência Coral.



Além disso, durante o Ameride acontecerá o V Concurso Internacional, com a mesa de jurados formada por maestros de três países diferentes. Os jurados são: Maestro Paulo Freitas (Brasil); Maestrina María-Olga Piñeros (Colômbia); e Maestro José Galván Castañeda (México).



CORAIS

Este ano, quatro corais de quatro países sul-americanos virão para Itajubá. Além disso, vinte corais brasileiros, de nove municípios da região sudeste, participarão do evento.



Os corais internacionais são: Coral Voces del Ayer – Azogues, Equador; Coro Universitário San Francisco Xavier – Sucre, Bolívia; Coral Societas – Núcleo Juvenil Solen Universidad de Cartagena – Cartagena, Colômbia; e Coro Universidad de Santiago (USACH) – Santiago, Chile.



Já os corais brasileiros são: Orquestra Experimental do Curso G9 – Itajubá; Madrigal Musicanto – Itajubá; Coral Mantiqueira G9 – Itajubá; Coral da Mahle – Itajubá; Coral da Faculdade de Medicina de Itajubá – Itajubá; Coral Infantil do Colégio Anglo – Itajubá; Coral Quem Canta, Encanta/XIX de Março – Itajubá; Coral G9 EmCanto/Curso G9 – Itajubá; Coro de Vozes Leves Rosa Maria Bortoni – São Lourenço; Coral Lírico Maestrina Edna Neves – São Lourenço; Coral Sol Maior – São Lourenço; Coral Por Amor – São Lourenço; Scherzo Grupo Vocal – São Lourenço; Coral Alegrô – São José do Alegre; Coral infantil de Maria da Fé – Maria da Fé; Coral Vozes da Terra – Pedralva; Coral Vozes de Taubaté -TEEN – Taubaté; Coral Vozes de Taubaté - ATITUDE – Taubaté; Coral Municipal de Caçapava – Caçapava; Coro Cênico Unis – Varginha; e Madrigal Renascentista da Universidade Federal de Alfenas – Alfenas.



AMERIDE

O Ameride nasceu de um projeto comum do venezuelano Alexander Albarrán e do brasileiro André Carnevalli, em 2011. A ideia era desenvolver um evento socioeducativo de alta qualidade vocal e organizativa, por meio da participação de corais de toda a América Latina.



Desde o início, o evento era organizado em São Lourenço, no Circuito das Águas mineiro. Nas cinco primeiras edições, o evento reuniu 110 grupos de Canto Coral de países como Chile, Argentina, México, Venezuela, Equador, Uruguai, Colômbia e Brasil.



O nome AMERIDE é o resultado da combinação de dois nomes que representam as populações menos favorecidas da América Latina. AMER, de AMERíndios, e IDE de negroIDE. A intenção é render homenagem aos Ameríndios (índios americanos) e aos Negroides (negros trazidos da África como escravos), os quais são ancestrais de nosso continente americano; sem se esquecer da importante influência de países como Espanha e Portugal, o evento adquire características ibero-americanas, estando aberto a receber grupos do Velho Continente.


A partir de 2013, Pedralva e Itajubá receberam extensões dos concertos internacionais, coordenadas pelo maestro João César da Silva – em Itajubá, as apresentações aconteceram no Curso G9. Desde 2017, o evento é realizado em Itajubá.


Fonte: Bill Souza - Contexto Assessoria em Comunicação