Grupo de trabalho será instalado em fevereiro na Comissão de Assuntos Econômicos.
Por Isabel Mega - CNN BRASIL
Senadores à frente de um grupo de trabalho idealizado para acompanhar o caso Master vão focar os trabalhos no acesso a informações e documentos anexados ao processo que tramita sob sigilo no STF (Supremo Tribunal Federal).
O grupo vai atuar na CAE (Comissão de Assuntos Econômicos do Senado) e deve ser instalado no dia 4 de fevereiro, logo após a volta do recesso legislativo.
A oposição diz ter assinaturas para criar uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar o caso. O presidente da CAE, senador Renan Calheiros (MDB-AL), no entanto, avalia que não é necessário aguardar para acessar os dados.
Segundo o parlamentar, se houver aprovação do plenário do Senado Federal, por maioria simples e até votação simbólica, o acesso pode ser solicitado ao BC (Banco Central) e à CVM (Comissão de Valores Mobiliários).
"A CPI não conflita com a CAE. Vamos acompanhar a investigação, requisitar informações e sugerir encaminhamentos. O que for da competência da CAE será feito independentemente da CPI", disse à CNN.
Renan tem conversado com outros integrantes do grupo sobre plano de trabalho e requerimentos para convocação de autoridades e pessoas investigadas. Por enquanto, sete parlamentares integram o grupo: Alessandro Vieira (MDB-SE); Damares Alves (Republicanos-DF); Eduardo Braga (MDB-AM); Esperidião Amin (PP-SC); Fernando Farias (MDB-AL); Leila Barros (PDT-DF); e Randolfe Rodrigues (PT-AP).










