Os cães da rainha Elizabeth II estão sob os cuidados de Andrew desde a morte da monarca, em setembro de 2022
Por Silvana Sousa e Claudia Meireles/Metrópoles
Com o despejo de Andrew Mountbatten-Windsor, o paradeiro de Sandy e Muick, os corgis da rainha Elizabeth II, se tornou um mistério. Afinal, os animais de estimação da monarca falecida estão sob a tutela de Andrew e sua ex-esposa, Sarah Ferguson, na Royal Logde. De acordo com o portal Mirror, os cães deixaram a residência junto com o ex-príncipe.
Os corgis permaneciam na propriedade real desde a morte da antiga tutora, em setembro de 2022, quando Andrew e Sarah ainda carregavam os títulos de duque e duquesa de York. Entretanto, os dois seguiram cuidando dos animais mesmo após serem destituídos dos cargos reais. Desde a morte da rainha Elizabeth, o Palácio de Buckingham se limitou a comunicar que os cachorros “permaneceriam na família”.
Elizabeth ganhou seu primeiro cão da raça corgi em 1933 e, desde então, foi tutora de mais de 30 corgis e dorgis, mistura de dachshund com corgi. A medida que a idade avançou, a rainha optou por parar de criar animais, justamente para não deixá-los ao morrer. A situação mudou em 2021, quando ganhou Sandy e Muick.
Corgis da rainha Elizabeth II se mudaram com Andrew
Uma série de documentos comprometedores divulgados pela Justiça americana foram vazados, e Andrew foi oficialmente despejado da Royal Lodge e seguiu para Sandringham, onde os animais foram vistos passeando. Em fotos divulgadas pelo Mirror, os corgis aparecem com um segurança próximo a Wood Farm, a residência temporária do ex-príncipe até que sua casa permanente seja finalizada.
Andrew enfrenta acusações de abuso sexual e tráfico de pessoas, o que ele nega veementemente. O Palácio de Buckingham afirma que está “disposto a apoiar” a polícia caso sejam convocados a colaborar com as investigações.










